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Cultivo Materno Jornalista fundadora do Co.madre, Juliana Mariz acredita que mães não têm superpoderes, são mulheres de carne e osso sobrecarregadas e que merecem um lugar de destaque na sociedade
Anote aí para não esquecer nos momentos pesados da maternidade: culpa é consequência de uma sobrecarga absurda.
Acontece que há um ano me sinto desautorizada a contar fatos da vida das minhas filhas. Será que é hora de passar o bastão... ou melhor, a caneta?
Eu rejeito esse rótulo, que nos colocou num limbo entre o cansaço e a desvalorização.
Imagino que esse pensamento atravessou você também. Como auxiliar nesta difícil tarefa de entender um ano tão complicado? Eu tenho uma ideia!
“Mãe, você não fica comigo, só com o computador”. Criança é oráculo e por trás da reclamação pode haver uma reflexão.
Cheguei a uma hipótese que quero dividir com você: a maternidade é um convite à procrastinação. Concorda?
Precisamos deixar de lado o maternar "checklist" e enxergar, nos intervalos do dia, a chance de escrever a história com nossos filhos.
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