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Grávida pede que estranho não toque em sua barriga e é criticada

A jovem chegou ao limite quando um homem que ela nem conhecia encostou em seu corpo sem seu consentimento. Por que isso ainda acontece?

Por Da Redação
17 out 2023, 13h17

Ver a barriga de uma gestante e colocar as mãos, sem ao menos perguntar antes se pode, não é uma cena difícil de se ver por aí. Mas, afinal, por que ainda existe a (equivocada) impressão de que esse tipo de atitude não incomoda?

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Esse caso se repetiu recentemente com uma mulher de 26 anos, que desabafou no Reddit sobre o que tem vivenciado desde que a gestação ficou mais visível. “Nas últimas duas semanas, eu estou precisando lidar com pessoas aleatórias querendo encostar na minha barriga. Por que elas acham que fazer isso é aceitável?“, questionou.

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Grávida sentada no sofá com a mão na barriga. Ela usa um vestido rosa escuro e tem a pele clara. Não é possível ver o rosto nem as pernas.
(LiudmylaSupynska/Thinkstock/Getty Images)

O direito de dizer “não encoste na minha barriga”

Enquanto esperava para ser atendida em uma clínica, ela relata ter chegado ao limite. “Um homem, que estava na minha frente, reparou na minha barriga e perguntou se o bebê estava se mexendo naquele momento. Eu disse que sim, que estava se movendo um pouco. E isso foi o bastante para ele estender a mão e tentar sentir os movimentos da minha bebê”, lembrou.

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Ao se sentir desconfortável e invadida, a mulher gritou para que ele não fizesse mais aquilo – com ela ou com qualquer outra grávida. Entretanto, o homem, em vez de se mostrar constrangido e pedir desculpas, ficou irritado. “Me chamou de idiota e ignorante”, contou a gestante.

Quando chegou em casa e relatou o acontecido ao marido, porém, ela não teve o acolhimento de que precisava. Ele não entendeu o desconforto e disse que a companheira deveria ter deixado, sem se importar. Por outro lado, os comentários no fórum online foram, em sua imensa maioria, de apoio à mãe. “Por que as mulheres perdem a autonomia sobre o próprio corpo assim que ficam grávidas?”, questionou uma usuária, que enfatizou: “Você tem o direito de dizer não!”

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