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Eu só quero que você tenha certeza: você está correta. Essa sobrecarga é injusta e cruel. Se seu entorno ainda não reconhece, eles é que estão errados.
Torço para que conversas puxadas no Mês da Mulher sigam o ano todo, porque precisamos de soluções: no poder público, privado e na nossa própria casa.
Eu rejeito esse rótulo, que nos colocou num limbo entre o cansaço e a desvalorização.
Nós precisamos parar para lamber um pouco nossas feridas, olhar para nossos limites e trabalhar para estabelecer algo novo.
A avalanche de coisas pra resolver nos faz esquecer de quem somos, do que queremos, do que gostamos. Pra começar, você tem uma playlist pra chamar de sua?
Imagino que esse pensamento atravessou você também. Como auxiliar nesta difícil tarefa de entender um ano tão complicado? Eu tenho uma ideia!
Mas quem é que vai curar as nossas feridas depois? Sim, você pensou certo: outras mulheres.
Chega de fazer tudo sozinha! Minha proposta é que você reflita se a forma como seu lar está sendo gerenciado está adequada.
Esperamos (e construímos) um futuro onde o recurso mais valioso da existência humana - sim, o tempo -  será utilizado e dividido de uma forma mais justa.
Não importa o meu gosto, o meu desejo para e sobre você. Importa o seu tempo. E ele precisa passar independente de mim.
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