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Não se trata apenas de encerrar sonhos ou temer a morte: é sobre não estar mais lá para nosso filho. Cadê a aldeia que deveria olhar por ele na nossa falta?
Sim, é preciso uma aldeia para criar um filho, mas também uma comunidade para amparar uma mãe.
Não, as crianças com deficiências não atrapalham as aulas, mas nem todas conseguiram retornar para as escolas. E eu tenho uma hipótese...
Aceleramos os áudios, os vídeos, os podcasts e a vida. Mas aonde queremos ir com tanta pressa, mães?
Bem-vinda, adolescência! Ri das indecisões da minha filha, porque me lembrei das minhas. Maternar é este convite à revisão da nossa própria história.
Manas, não esqueçam: estamos sempre vendo apenas um recorte da realidade da vida de outra mãe. Vamos ser ponto de apoio, jamais algoz.
Com o avanço da vacina, as escolas reabrindo e um novo normal no horizonte, é inevitável não repensar nos quase 500 dias após o início da pandemia.
Olhando pra trás, sendo mãe de uma menina superdotada e de um menino autista, eu queria ter ouvido mais o meu incômodo que todo mundo tentava calar.
Anote aí para não esquecer nos momentos pesados da maternidade: culpa é consequência de uma sobrecarga absurda.
Às vezes, não tenho clareza sobre muitas escolhas que fiz, rumos que me trouxeram até aqui. Mas o que importa mesmo é que aprendi a fazer o João sorrir.
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