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O que é a síndrome mão-pé-boca e como proteger seu filho do contágio

Dicas para evitar que seu filho se contamine e fique doente

Por Redação Pais e Filhos
13 set 2025, 17h00
criança com por volta de 1 ano, menino, pele clara e cabelo loiro, sentado na cadeirinha de alimentação. Está levando um dedo a boca.
 (aldegonde/Thinkstock/Getty Images)
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A infecção mão-pé-boca é uma condição comum na infância, especialmente entre crianças menores de cinco anos. Causada principalmente pelo vírus Coxsackie, essa virose se espalha com facilidade em ambientes coletivos, como creches e escolas. Embora normalmente seja leve, o quadro pode gerar desconforto considerável e exige atenção dos cuidadores.

O vírus é transmitido por secreções como saliva, muco nasal e fezes, além do contato com superfícies contaminadas. Por isso, hábitos de higiene simples e o isolamento durante o período infeccioso são medidas essenciais para conter a disseminação.

Como acontece a transmissão

A principal forma de transmissão é por contato direto com secreções contaminadas ou superfícies onde o vírus está presente. O compartilhamento de talheres, brinquedos ou toalhas aumenta o risco de contaminação. Por isso, a higienização constante das mãos, especialmente após trocas de fraldas ou uso do banheiro, é fundamental para evitar o contágio.

Principais sinais e sintomas

Os primeiros sintomas costumam incluir febre, dor de garganta e mal-estar. Em seguida, surgem pequenas lesões avermelhadas e bolhas dolorosas na boca, nas palmas das mãos e nas solas dos pés, o que dá nome à doença. A criança também pode apresentar salivação excessiva, recusa alimentar, coriza e sensibilidade ao toque nas áreas afetadas.

Nos casos mais intensos, podem ocorrer diarreia, vômitos e sinais de desidratação, devido à dificuldade de ingestão de alimentos e líquidos. Em situações raras, o vírus pode afetar o coração (miocardite) ou o sistema nervoso central (encefalite), exigindo atenção médica imediata.

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Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico é, em geral, clínico. O médico avalia as lesões características e outros sinais relatados. Exames laboratoriais, como sangue ou fezes, são indicados apenas em casos atípicos ou quando há suspeita de outras doenças com sintomas semelhantes.

Tratamento e cuidados em casa

Não há tratamento específico para o vírus. O cuidado é sintomático: manter a criança hidratada, oferecer alimentos leves, controlar a febre e garantir repouso. Em casos de dor intensa ou febre persistente, o pediatra pode prescrever analgésicos ou antitérmicos.

A limpeza da boca e das lesões ajuda a evitar infecções secundárias. Se houver pus ou agravamento dos sintomas, é essencial procurar atendimento médico.

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Prevenção: o que funciona de verdade

A melhor forma de prevenir é manter bons hábitos de higiene: lavar bem as mãos, higienizar brinquedos, evitar o compartilhamento de objetos e manter os ambientes ventilados. Crianças diagnosticadas devem ficar afastadas de outras até que não ofereçam mais risco de transmissão, geralmente, cerca de sete dias após o início dos sintomas.

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