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Cuidando do bebê desde o início: quais exames genéticos fazer na gravidez

Guia completo de exames para você prevenir e garantir mais saúde para seu pequeno

Por Redação Pais e Filhos
5 ago 2025, 17h00
Teste do pezinho um exame de extrema importância! Conheça mais
 (Comstock/Thinkstock/Getty Images)
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A decisão de ter um filho é cheia de emoção, mas também pode ser um momento de dúvidas. Hoje, a genética é uma grande aliada para quem deseja viver essa experiência com mais tranquilidade. Desde o planejamento da gravidez até os primeiros dias de vida do bebê, os testes genéticos ajudam a prevenir riscos e oferecem informações valiosas para cada escolha feita ao longo do caminho.

Com acesso cada vez mais fácil, essas avaliações estão se tornando parte importante do cuidado com a saúde materno-infantil. Elas apoiam decisões médicas, favorecem diagnósticos precoces e promovem um acompanhamento mais personalizado para mães, pais e bebês.

Antes da gravidez: cuidando da saúde desde o início

A preparação para receber um bebê começa antes mesmo da concepção. Nessa fase, exames genéticos podem identificar se o casal possui riscos de transmitir doenças hereditárias aos filhos. Um exemplo é o teste de compatibilidade genética, que analisa alterações em genes relacionados a síndromes e condições hereditárias.

Esse tipo de avaliação também reduz a insegurança comum nessa etapa, ajudando os futuros pais a se sentirem mais preparados e confiantes. Conhecer os próprios genes é, de certa forma, uma forma de cuidado com quem ainda vai chegar.

Durante a gestação: exames para cada fase

Com a confirmação da gravidez, novos testes entram em cena, acompanhando o desenvolvimento do bebê e ajudando a identificar alterações que podem exigir atenção médica. Alguns deles incluem:

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  • Teste de sexo fetal (a partir da 8ª semana): realizado com uma amostra de sangue da gestante, identifica o sexo do bebê de forma precoce e não invasiva.
  • NIPT – Teste Pré-Natal Não Invasivo (a partir da 10ª semana): analisa riscos de alterações genéticas, como as síndromes de Down, Edwards e Patau, também por meio de uma simples coleta de sangue. Há versões indicadas para gestações múltiplas ou com histórico familiar de doenças genéticas.
  • Amniocentese (a partir da 15ª semana): indicado em casos específicos, avalia o líquido amniótico para confirmar ou descartar condições mais complexas, como alterações cromossômicas ou doenças genéticas raras.
  • Avaliação em casos de perda gestacional: quando há histórico de abortos espontâneos repetidos, exames genéticos ajudam a identificar possíveis causas e guiar os próximos passos com mais segurança.

Após o nascimento: mais do que o teste do pezinho

Os cuidados continuam após o parto, e a genética segue como ferramenta essencial. Um exemplo é a triagem neonatal ampliada, que analisa dezenas ou até centenas de doenças genéticas a partir de uma pequena amostra de sangue do bebê.

Esse tipo de teste pode detectar precocemente condições como atrofia muscular espinhal, distúrbios metabólicos e outras doenças tratáveis, desde que diagnosticadas logo nos primeiros dias de vida. Isso permite intervenções rápidas e mais eficazes, com impactos positivos ao longo da infância.

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Mais informação, mais autonomia

Os exames genéticos na maternidade não são apenas um recurso clínico. Eles oferecem às famílias a chance de fazer escolhas conscientes, baseadas em dados confiáveis e em respeito à individualidade de cada mulher e bebê.

Planejar uma gestação, acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir os primeiros cuidados com mais informação é uma forma de transformar a maternidade em um processo mais acolhedor e seguro, um passo de cada vez, com atenção, cuidado e consciência.

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