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Estrias na gestação: o que realmente ajuda a evitar

Descubra hábitos simples que ajudam a preservar a elasticidade da pele

Por Redação Pais e Filhos
11 jan 2026, 09h00 •
Estrias
 (Pekic/Getty Images)
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  • A gravidez costuma ser um período especial, cheio de transformações físicas e emocionais. Entre tantas mudanças, uma das mais comuns são as estrias na gestação, marcas que despertam dúvidas e até inseguranças em muitas mulheres. Embora não exista um método totalmente eficaz para impedir seu aparecimento, é possível adotar estratégias que reduzem as chances e contribuem para manter a saúde da pele. Entenda por que essas marcas surgem, como cuidar do corpo durante esse período e quais opções existem após o parto.

    Onde as estrias na gravidez aparecem?

    As estrias gestacionais costumam surgir em áreas mais sujeitas ao estiramento da pele, como barriga, seios, quadris e coxas. Elas se formam quando a pele é esticada além de sua elasticidade natural, principalmente pelo crescimento da barriga e ganho de peso. No início, apresentam tonalidade avermelhada ou arroxeada, mas com o tempo tendem a ficar esbranquiçadas.

    Estudos mostram que mais da metade das gestantes desenvolvem algum grau de estrias. Isso não está relacionado à falta de cuidados, mas sim às alterações naturais do corpo durante a gestação.

    Fatores que influenciam o surgimento das estrias

    Além do estiramento da pele, fatores genéticos e hormonais desempenham papel importante. Se outras mulheres da família tiverem estrias na gravidez, as chances aumentam. Os hormônios também deixam a pele mais sensível e propensa a rupturas.

    Por outro lado, algumas gestantes possuem pele naturalmente mais elástica e podem passar pela gravidez sem desenvolver marcas, o que mostra como a predisposição individual faz diferença.

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    Cuidados para prevenir e amenizar estrias na gravidez

    Embora não exista garantia de prevenção total, alguns hábitos ajudam a reduzir as chances de estrias e mantêm a pele mais saudável:

    • Controle do ganho de peso: o aumento deve ser gradual, evitando variações bruscas que forçam a pele
    • Alimentação equilibrada: incluir frutas, legumes, proteínas magras e alimentos ricos em vitaminas A, C e E favorece a saúde da pele
    • Hidratação constante: beber bastante água é essencial para a elasticidade da pele
    • Atividade física leve: exercícios autorizados pelo médico ajudam no controle do peso e na circulação
    • Hidratação externa: óleos vegetais e cremes seguros para gestantes ajudam a aliviar a coceira e melhoram a sensação de ressecamento

    É importante lembrar que nenhum creme elimina estrias totalmente, mas a hidratação regular contribui para suavizar os efeitos do estiramento da pele.

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    Estrias após o parto: o que acontece?

    Depois do nascimento do bebê, as estrias costumam sofrer alterações. A cor intensa diminui e, ao longo de seis meses a um ano, elas ficam mais claras e menos visíveis. Em peles mais escuras, podem se destacar mais pelo contraste de tonalidade.

    Para quem ainda se sente incomodada, existem tratamentos dermatológicos que podem ajudar, como o uso de ácidos (apenas após a amamentação) e sessões de laser, que estimulam a produção de colágeno e melhoram a aparência da pele.

    Autoaceitação e cuidado contínuo

    As estrias fazem parte da história da gestação e não devem ser vistas como sinal de descuido. Cada corpo reage de forma única, e essas marcas representam o processo de transformação vivido. Cuidar da alimentação, hidratar a pele e manter hábitos saudáveis são passos importantes, mas a autoaceitação também é fundamental.

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