Caso raro: mulher descobre estar grávida de dois pares de gêmeos idênticos

De acordo com especialista, as chances de uma história como a de Ashley Ness acontecer são de 1 em 10 milhões. Entenda!

Por Juliana Costa Atualizado em 1 jul 2022, 14h07 - Publicado em 1 jul 2022, 14h30

Em fevereiro, a cabeleireira Ashley Ness, que vive nos Estados Unidos, foi pega de surpresa ao fazer um ultrassom e descobrir que estava grávida. Mas a história não parou por aí! A gestação era de gêmeos. Não bastasse tanta novidade, uma outra informação deixou a mãe ainda mais chocada: ela estava à espera não de uma dupla, mas de dois pares de gêmeos idênticos, uma situação extremamente rara.

ao centro, Ashley grávida com a mão na barriga. Ao lado dela, quatro macacões de bebê
GoFundMe/Reprodução

Em entrevista à People, Ahmet Baschat, diretor do Centro de Terapia Fetal e professor da Universidade Johns Hopkins, explicou que casos como esse acontecem na proporção de 1 para 10 milhões. O especialista explicou que dois óvulos foram fertilizados ao mesmo tempo e cada um deles se dividiu em dois. Ou seja, cada dupla compartilha uma placenta. “É uma gravidez de alto risco”, disse, afirmando que, em anos de carreira, é a primeira vez que se depara com uma gestação assim.

O veículo também conversou com Ashley, que revelou já saber que um par de gêmeos será do sexo masculino e outro do sexo feminino. Os nomes também estão definidos: as meninas são Chesley e Chatham. Já os meninos, Chance e Cheston. A ideia é seguir a tradição do “CH” na família – a cabeleireira tem uma filha de 8 anos chamada Chanel.

A norte-americana de 35 anos contou que ela e o companheiro têm casos de gêmeos na família. Ainda assim, a surpresa foi imensa, pois ela enfrentou dificuldades para engravidar da primeira vez e já sofreu quatro perdas gestacionais.

Para ajudar com os gastos, familiares e amigos se mobilizaram e criaram uma espécie de vaquinha online no site GoFundMe. À People, Ashley disse que está muito animada com o que está por vir, mas também “bastante nervosa”. Compreensível, não é mesmo?

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