Como contei a vocês no último post, Luciana, Gabriela (na barriga) e eu terÃamos uma casamento na praia, neste último final de semana. E de fato tivemos.
Encaramos a estrada e não tivemos qualquer problema ou sobressalto. Fomos e voltamos de dia. Não pegamos trânsito e ainda por cima tivemos a sorte de viajar, e de encontrar no litoral, temperatura amena, com sol leve.
O casamento estava ótimo, lindo. Banhado pela lua cheia sobre o mar, ao final. Realmente especial. Como não poderia deixar de ser, a Luciana foi paparicadÃssima. Afinal, dos tantos convidados apenas ela e outra brava consorte estava lá, com um belo barrigão de gestante.
Casamentos são uma das tÃpicas ocasiões em que todo mundo se anima a expressar conselhos e – à s vezes – lamentos aos pais de primeira viagem. Desde o começo da gestação, como todos sabem, as pessoas – famÃlias, amigos e conhecidos de primeiro contato – falam de tudo para os pais.
Tem os queridos: “Não tem coisa melhorâ€; “Agora você vai conhecer o que é o amorâ€; “É uma delÃciaâ€; “Só vai te fazer bemâ€; e por aà afora.
Tem os ansiosos: “você vai aplicar todas as vacinas né?â€; “Em que escola sua filha vai estudar?â€
E tem os amargurados: “ah meu filho, te prepara!â€; “aproveita agora seus últimos dias de vida porque nunca mais você vai poder sairâ€; “você está ferradoâ€. E eles falam isso com força, nervosos..
Nada disso nos afeta muito. É a coisa mais previsÃvel do mundo todas as pessoas quererem expressar o entusiasmo – negativo ou positivo – pela experiência e desafio da paternidade.
Eu ouço todos. Os que não me interessam, mal entram por um ouvido e já saÃram pelo outro. Faço cara de paisagem e deixo meu pensamento flutuar, reparando em alguma coisa como a cor do botão da camisa do indivÃduo.
No entanto, há as declarações agradáveis. Um dos comentários que ouvi no casamento ficou marcado na minha memória, nestes dias. Eu o ouvi de um contra-parente, que acabara de conhecer. Um sujeito muito simpático, pouco afeito a afetações, que tem um filho de 12 anos.
Ele me disse que todas as idades dos filhos são muito legais. Sobretudo a atual no caso dele – a adolescência. Fiquei até com inveja. Afinal ele tem um moleque de 12 anos pra levar ao estádio de futebol…
Mas a inveja não durou muito. Ele me recomendou aproveitar ao máximo a fase de bebê pra fazer uma coisa que não dá mais pra fazer do mesmo jeito mais tarde: “Morde o teu filho! Morde ele bastante que é a coisa mais gostosa!â€, me recomendou, com toda a sinceridade. Achei um ótimo conselho. Vou segui-lo.



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9 / June / 2009 às 9:20
Morde mesmo!!! E não tenha medo de aprender a fazer shantala, que massagear aquele corpinho rechonchudo e arrancar um sorriso banguela não tem preço!
9 / June / 2009 às 12:22
Que delÃcia de post, já encantei com teu blog. Nunca tinha visto algo com essa proposta assim… muito legal!
Morde mesmo.
Estou grávida de 2 meses e é meu segundinho, já aprendi a abstrair a negatividade mais ainda, to pós graduando. É isso aÃ, tá certissimo!
E morde de leve! hahaaha
9 / June / 2009 às 4:38
NAda melhor que morder!Meu baby tem 2 anos e agora estou na segunda gestação!Vivo mordendo meu bb e agora vou morder sem duvida o Matheus tb!
Bom parto pra vc e sua esposa!
9 / June / 2009 às 7:39
A minha teoria, é que todos sabiam cuidar da minha filha, menos eu, de tantos conselhos que nos deram…

Eu me sentia até invadida com tanto que escutava…
É fato, tua vida muda, muda mto, mas… Mas, pra mim, foi a melhor mudança, me fez ficar madura, mais sensivel, menos egoÃsta…
E como o quase parente falou, aproveita cada fase, todas são importantes demais, e nunca mais volta…
Morda mto, e a cada mordida, vc vai ver a carinha dela de felicidade…
Bjs
10 / June / 2009 às 10:18
é uma maravilha poder fazer feliz uma criança,especialmente se for a sua então o meu palpite é q curta bastante mesmo cada fase,cada sorriso pois minha filha tem 7 meses é como se ela tivesse nascido ontem passa tão rápido que se vc não perceber
obs;e mordaaaaaaaa bastante pq morder pode!
bjos