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Os malefícios do cigarro na gravidez

Fumar durante a gestação faz mal à mãe e ao bebê. Saiba mais!

Por Redação Bebê.com.br
2 jul 2015, 18h44 • Atualizado em 23 fev 2017, 19h01
Saša Prudkov/Thinkstock/Getty Images
Entenda os riscos e perigos do tabagismo na gravidez para mães e bebês (Thinkstock/Thinkstock/Getty Images)
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  • Estou grávida de 16 semanas e fumo muito porque estou nervosa. O que faço?

    A partir do momento em que o bebê começa a se desenvolver, um turbilhão de sentimentos toma conta da cabeça da mulher. Alegria, medo, insegurança e ansiedade ao mesmo tempo e em alta dosagem. Ufa! Culpa dos hormônios? Em grande parte, sim. Essa instabilidade na cachola ocorre devido à brusca alteração dos níveis de estrógeno, que é o responsável pelas características femininas e cujas taxas sobem que nem foguete na gravidez  – tudo para deixar o organismo da futura mãe apto para o desenvolvimento da criança. Sem contar a progesterona, que tem a função de adequar o útero para receber o embrião. Saber lidar com todas essas transformações no corpo e na mente é uma árdua tarefa. Sobre o cigarro, o melhor é abandonar o vício. Estudos já comprovaram que mães fumantes possuem 40% mais chances de gerar filhos prematuros, aumentam em 70% a probabilidade de abortar e correm mais risco de ter descolamento de placenta antes do tempo certo – o que causa a morte de 50% dos bebês. Para os pequenos, os prejuízos são devastadores: eles podem nascer com baixos peso e tamanho.

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