10 mães famosas que tiveram dificuldades na amamentação

Inúmeras são as adversidades que qualquer mãe pode encontrar no aleitamento materno. Veja a história dessas celebridades e saiba que você não está sozinha!

1. Fernanda Gentil

A apresentadora fez um post em seu Instagram, em outubro de 2015, quando seu filho Gabriel tinha pouco mais de 1 mês de vida, falando sobre a experiência dela com a amamentação – que não foi nada fácil! Fernanda contou como lidou com as expectativas que tinha após seu leite ter secado e deixou uma mensagem solidária para outras mães: “Se eu posso usar minha imagem para ajudar minimamente que seja, escrevo por isso – principalmente para mulheres na mesma situação que eu. E se você é uma delas, aí vai a minha terceira e melhor descoberta: o amor que bate no peito, bate também na mamadeira”.

Eu achei que amamentar fosse tão automático quanto ser mãe: se quando nasce um filho, nasce uma mãe, então essa mãe vai amamentar. Não necessariamente. Não se tiver mamilos invertidos, prótese, redução de mama, se sentir muita dor, o leite não descer ou se secar – e o meu secou. Para uma mãe que sempre sonhou em viver o momento mágico-de-filme do filho mamando no peito, do olho no olho, da mãozinha segurando o nosso dedo, a notícia da mamadeira cai como uma bomba. Chorei, me julguei e repassei a gravidez inteira na minha cabeça tentando descobrir onde errei – se foi o chocolate que comi, a noite que não dormi ou aquela longa escada que subi. O meu sofrimento durou até eu dar a primeira mamadeira. Foi quando descobri duas coisas: eles também olham no nosso olho e a mãozinha também segura o nosso dedo quando mamam na "dedêra". Descobri também que esse é um assunto polêmico e não estou aqui para polemizar. Se eu posso usar minha imagem para ajudar minimamente que seja, escrevo por isso – principalmente para mulheres na mesma situação que eu. E se você é uma delas, aí vai a minha terceira e melhor descoberta: o amor que bate no peito, bate também na mamadeira.

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2. Thais Fersoza

No canal Nasce uma Mãe, que ela mantém no YouTube, a atriz revelou que se sentiu frustrada por não ter amamentado Melinda pelo tempo que desejava, apenas até os três meses e meio. Thais disse, ainda, que chegou a tomar medicamentos para estimular a produção de leite e que recorreu à técnica de relactação – quando o bebê mama com a ajuda de uma sonda ao mesmo tempo em que estimula o peito da mãe. “Eu fiz tudo o que podia. Cheguei no limite não só de exaustão, mas de machucar o próprio seio. Com o tempo foi diminuindo. Não foi uma coisa que eu tive controle, então acabei tendo que partir para a fórmula”, declarou.

3. Rafa Brites

Assim como muitas mães, a apresentadora demorou a acertar a pega na hora de dar de mamar para o pequeno Rocco e relatou suas dificuldades em um post no Instagram. Rafa falou sobre as dores do início, disse que se encontrou na posição invertida e fez uma reflexão sobre as campanhas de aleitamento materno. “[Elas] deveriam dizer: ‘Vai doer! Vai ser difícil! Talvez você precise de ajuda. Mas você vai encontrar seu caminho! Aos poucos vai entender seu corpo, a anatomia sua e do seu filho. E uma hora vai’. Se permita cicatrizar. Errar. Mas não deixe de recomeçar. Vale a pena”, escreveu na rede social.

Expectativa X Realidade Agora já está tudo lindo MAS: Acho que as campanhas de amamentação são desenvolvidas por homens.Só pode ser. Toda a mãe durante a gestação fica sonhando com esse momento tão especial da primeira foto aí.Afinal quando vemos fotos sobre esse assunto elas são sempre assim: uma cara plácida um bebê lindo.Mas verdade seja dita: o começo dói demais! É de ver estrelas. Mas calma ,é só acertar a pega! Ah como se fosse fácil. Eles choram, colocam as mãos na frente, escorrega, aí mordem, dói as costas, o pescoço, os braços. E quando vc vai ver esta com o peito em carne viva. No meu caso, sangrando. Mas eu não queria desistir. Quando me ví estava amamentando e chorando de dor. Literalmente deixando o bebê molhado de tanta lágrima. Aí lembrei da dica: o SOL. E da outra: Pomada de lanolina. Pronto, fui eu pro sol com a pomada. Só tem uma questão. ESSAS DICAS SÃO PARA SEREM USADAS SEPARADAMENTE. Lanolina é a base de óleo. Óleo no sol? Tcharam!! Torrei meus mamilos tipo picanha de fim de festa. Mas não queria parar. Segui dando o peito até que em uma das mamadas eu praticamente desmaiei de dor. No limite resolví parar, respirar e me perguntei. O que essa criança deve estar sentindo? A mãe chorando. Se contorcendo. Isso não está certo? Decidi dar uma pausa de dois dias até cicatrizar. Fiz a ordenha ,dei no copinho e na mamadeira também. Chorei me senti a pior do mundo. Mas é com muita alegria que digo:DEU CERTO. Voltei aos poucos Voltei com uma traquitana.Nesse meio tempo falei com várias amigas. TODAS disseram que o começo foi difícil. Cada uma me passou uma dica. A minha amiga de infância Ana me fez até um vídeo mostrando como ela fez. Comprei uma tipoia para o seio. Passei a usar um algodão com água quentinha no bico antes da mamada. E o principal ESVAZIAR a auréola antes.Eu já sabia dessa informação. MAS TAVA TIRANDO POUCO! Ela precisa estar muiiito mole. MUITO MESMO. Assim ela entra e vai até o palato mole do baby. No início esvazie com a bombinha. Agora já faço com a mão. Mudou a vida. Outra coisa. Me achei na posição invertida. E Passo toda a mamada SEGURANDO a pega com os dois dedos. Acabou espaço segue texto nos comentários aqui embaixo⬇

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4. Bárbara Borges

Ela também usou seu perfil no Instagram para falar sobre a dificuldade com a qual se deparou na amamentação. Com pouca produção de leite, Bárbara também adotou a técnica da relactação (ou translactação) para conseguir amamentar – tanto no caso do primogênito, Martin, quanto do caçula, Theo. A atriz publicou uma mensagem incentivando outras mães a usarem esse método como alternativa para estimular a lactação: “Se não der, de qualquer maneira, valeu a tentativa também! Por isso, eu indico: mães, antes de partir pra mamadeira, experimentem a relactação!”. 

Relactação. Conhece? Já ouviu falar? São muito os benefícios da relactação para as mulheres que enfrentam dificuldades na amamentação e que querem continuar amamentando. Eu fiz com o Martin e agora estou repetindo com o Theo. É uma técnica de amamentação em que a mãe oferece para o bebê o leite que ela tirou, ou o artificial, que fica armazenado num recipiente, através de uma sondinha colocada estrategicamente ao lado do bico do peito para que o neném faça a complementação necessária sem deixar de mamar no peito e ingerir o leite materno!!! A amamentação do Theo não é exclusiva. Eu também tiro meu leite mas ainda assim preciso oferecer leite artificial algumas vezes. Tenho me esforçado fazendo acupuntura e tomando homeopatia numa tentativa de aumentar minha produção de leite para ficar no aleitamento exclusivo mas tem sido bem difícil. Até aumentou minha produção de leite mas ao mesmo tempo, como ele vai ganhando peso e crescendo, a demanda dele de leite vai aumentando também e fica puxado pensar em ficar só no peito. Mas vou tentando! Se não der, de qualquer maneira, valeu a tentativa também! Por isso, eu indico: mães, antes de partir pra mamadeira, experimentem a relactação! #maedobem #maternidadereal #aleitamento #relactacao

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5. Tainá Muller

Mãe de primeira viagem, a atriz fez um desabafo nas redes sociais sobre a difícil missão que é amamentarEm seu relato, Tainá revelou que sofreu com uma candidíase mamária e destacou como o começo do aleitamento é desafiador: “O início é hard core, poucas pessoas falam disso. O início dura uma eternidade. Dói, cansa em um grau desesperador. A gente não dorme…”. Após esse dolorido período, ela conseguiu superar as adversidades que encontrou e incentivou as mães não só a não desistirem, como a procurarem ajuda. “Se dói muito e por muito tempo, tá errado. Não caia na cilada do ‘padecer sem paraíso’ de uma amamentação problemática só porque todo mundo ao seu redor diz que isso é normal. Cobre esse paraíso, porque ele existe e você merece!”, aconselhou.

Amamentar não é uma tarefa fácil, é importante que se diga isso. É importante que a mãe tenha todo o suporte e apoio pra conseguir cumprir essa missão. O início é hardcore, poucas pessoas falam disso. O início dura uma eternidade. Dói, cansa em um grau desesperador. A gente não dorme. Um dia vc pode ter excesso de leite e empedrar, no dia seguinte pode não ter quase nada, justamente porque no dia anterior doeu. A dor bloqueia a ocitocina e aí o dominó químico hormonal trava. Só mais um de todos os paradoxos que nós, mulheres-contemporâneas-que-não-andam-de-peito-de-fora, temos que enfrentar. E a gente chora, chora.. É absolutamente normal que vc fraqueje, pense em desistir. Por que algo tão natural pode ser sofrido? Será que desconectamos a esse ponto da natureza? Aí você descobre que uma candidíase mamária ou uma pega errada ou tudo junto ao mesmo tempo pode estar botando tudo a perder. É nessa hora que você chama ajuda. E não aceita o "é assim mesmo" que vem de todos os lados. Não é assim mesmo. Se dói muito e por muito tempo, tá errado. Busque ajuda. Não caia na cilada do "padecer sem paraíso" de uma amamentação problemática só porque todo mundo ao seu redor diz que isso é normal. Cobre esse paraíso, porque ele existe e você merece! Hoje, posso dizer que estabilizamos nossa amamentação e curtimos esse momento só nosso. Amamentar é o início da importantíssima missão que é formar um indivíduo saudável, em todos os sentidos. Um cidadão pra esse mundo louco. Pede caverninha, concentração, entrega absoluta. É um trabalho intenso e sem folga. Mas é tão, tão compensador e lindo ver as bochechas, as coxas e as dobrinhas do seu bebê surgindo só com seu leite que tudo isso vale a pena. Descobri que a amamentação é uma nutrição mútua e é assim que deve ser. Não é pra ser sofrimento. Cada mulher sabe o seu limite e uma boa mãe é, acima de tudo, uma mãe feliz. Se não aguentar, não se violente. Não se culpe por ter que dar fórmula. Mas se você realmente quer amamentar, ter essa postura quase rebelde (totalmente contraditória às demandas do nosso tempo) vale a pena dar uma insistida e atravessar a árdua jornada inicial. Tem um pote de ouro no final desse arco íris 🌈

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6. Sandy

Assim como Thais Fersoza e Bárbara Borges, a cantora usou a relactação para poder dar de mamar ao pequeno Theo, hoje com 3 aninhos. Durante uma participação no programa Altas Horas, em 2016, Sandy revelou que seu leite demorou muito para descer e que, no início, tinha pouca quantidade. Foi graças ao procedimento com a sondinha que ela conseguiu prolongar a amamentação do filhote, que mamou até os 7 meses de vida, mas não de forma exclusiva.

7. Luisa Mell

A redução de mama feita muito antes de engravidar do pequeno Enzo foi o primeiro obstáculo que a apresentadora e protetora de animais encontrou na amamentação. Em entrevista exclusiva ao Bebê.com.br, ela contou que seu bebê chegou a receber fórmula ainda na maternidade, em razão de uma hipoglicemia. E, acostumado com a mamadeira, o pequeno não conseguiu mamar por muito tempo – o que foi motivo de grande frustração para ela.

Vc chegou transformando meu corpo e minhas emoções. Assim que nasceu mudou minha rotina e minha maneira de ver o mundo. Noites mal dormidas, cansaço e exaustão são frequentes, mas encarados com alegria! Um sorriso seu faz valer toda minha existência. Ser mãe de bicho mudou minha forma de enxergar todos os animais, me fez mais generosa e humana. Ter me tornado mãe de gente me fez enxergar e reconhecer a heroína que é toda mãe. Não existe emprego que dê tanto trabalho, n existe trabalho que exija tanta dedicação. Mas tb não existe recompensa maior! A todas as mães do mundo meu respeito e carinho! A minha mãe amada @sandrazatzz todo meu amor. Tudo que sou, devo a vc, a sua dedicação, ao seu amor. Aos meus filhos, Enzo, Marley e Gisele todo amor do mundo, minha eterna gratidão pois com vcs conheço o melhor de mim! Hj todos brindamos o amor incondicional!! #diadasmães #mãede3 #mãedebichotbémãe #babyboyEnzo

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8. Samara Felippo

Ela é mãe de duas meninas: Alícia, de 8 anos, e Lara, de 4 aninhos. Recentemente, a atriz fez um relato em seu Instagram sobre a experiência da amamentação da caçula. Na época, Samara estava passando por um momento delicado de sua vida – ela e o jogador de basquete Leandrinho se separaram quando a pequena ainda era recém-nascida -, e encontrou dificuldades não apenas físicas, mas também psicológicas durante o aleitamento. Em depoimento ao Bebê.com.br, a atriz disse que a depressão pós-parto prejudicou sua produção de leite e, mesmo com a translactação e com medicamentos, não foi possível continuar oferecendo o peito para a filha. Na rede social, ela aproveitou para deixar uma mensagem às outras mulheres: “Mães, amamentem, é de extrema importância e vínculo para seu bebê, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!!! […] Não se sintam culpadas, teremos muitas ‘culpas’ pela frente ainda”.

Hoje revendo minhas fotos, senti uma vontade imensa de falar sobre translactação ou Relactação. Nunca falei sobre essa minha experiência e acho importante dividi-la. Quando a Lara nasceu, logo veio minha separação, e consequentemente uma tristeza profunda. Tinha uma recém nascida pra alimentar, cuidar e uma pequena de 4 anos, que além de cuidar física, precisava dar um suporte psicológico. Uma enxurrada de situações novas e tensas numa vidinha de apenas 4 anos. Os pais se separando e uma irmã nova no pedaço. Tirando a atenção que até então era só dela. Enfim…minha única ajuda foi…MINHA MESMO!! Minha mãe claro sempre por perto e amigas. Mas eu precisava levantar e ser forte. Já li e ouvi relatos de depressões pós parto muito mais profundos que o que tive, por isso posso dizer que passei por ele ilesa, menos pelo fato de não conseguir amamentar a Lara. Ela mamou apenas 1 mês. Meu desespero em não produzir leite me ajudou a não produzir cada vez mais. Meu peito foi murchando e se saísse uma gota já era lucro. Até que alguém me indicou uma técnica que aproxima seu bebe de você nesse período, vc ainda consegue evitar a mamadeira e teoricamente estimularia a produção de leite nas minhas glândulas. Algumas mães adotivas também recorrem a essa técnica. Dizem que precisa de pelo menos 2 semanas para começar a produzir novamente, mas eu odiei, não sei se a depressão que tive ajudou a odiar, nada era bom, eu não suportei muito tempo. Estava tão destruída, tão fudida que desisti. Então em tempos de julgamentos virtuais e covardes, principalmente entre mães, lembrem-se da famosa frase: "Não lhe compete julgar a realidade que você não vive". Mães, amamentem, é de extrema importância e vínculo para seu bebê, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!!!Tentem e se informem sobre parto natural, tentem não recorrer a uma cesárea desnecessária, mas se não conseguirem, façam o QUE QUISEREM!! Não se sintam culpadas, teremos muitas "culpas" pela frente ainda. Dane-se o que os outros pensam! Mesmo!!! As vezes nos sentimos orpimidas pela mãe "Gisele Bündchen". Você é você e cada uma tem sua dor, sua experiência. Sejam felizes❤️ Ps1: Lara segue ótima!!

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9. Andressa Suita

A recém-mamãe do Gabriel, com pouco mais de 1 mês de vida, também faz parte do time de mulheres que enfrentaram percalços na amamentação. “Quem vê essa imagem minha amamentando o Gabriel tão plenamente não sabe das dificuldades que passamos: o meu leite demorou pra descer e quando desceu, empedrou. Ele não conseguia pegar o peito direito, meu seio machucou muito, além da dor das fissuras era desesperador ver meu filho querer mamar sem sucesso. Eu me sentia insegura e incapaz”, confessou a modelo em seu perfil no Instagram. Felizmente, após a ajuda de uma doula e de uma consultora em aleitamento materno, tudo se ajustou e ela segue dando o peito para o pequeno. “Um recadinho pra você que está passando por desafios na gestação ou na amamentação: você não está sozinha, busque ajuda, informe-se e acredite você é capaz”, aconselhou. 

Hoje começam as comemorações da semana Mundial da amamentação, isso me enche de alegria porque amamentar sempre foi um desejo muito forte no meu coração. Poucos sabem mas o início não foi fácil, a minha história também é a história de muitas mulheres e envolve amor e superação. Essa travessia teve início ainda na gestação quando me indicaram o trabalho das doulas, confesso que não sabia o que o termo significava – a doula é uma mulher que auxilia outras mulheres na gestação, no parto e no pós parto com suporte emocional e físico trazendo leveza a esse momento – mais do que acompanhantes na hora do nascimento nos ajudam na compreensão do que é a maternidade. Foi assim que conheci a @kellysantosdoula , ela me acompanhou na gestação e no parto, e fez muita diferença nessa história às vezes me oferecia o ombro amigo, em outras me encorajava a encontrar dentro de mim a força de que precisava para trazer o Gabriel ao mundo. Através dela que conheci outra doula que também é consultora em amamentaçao e me apoiou no pós parto, @shantaladanimesquita , que auxiliou com na amamentação com carinho e informação. Quem ve essa imagem minha amamentando o Gabriel tão plenamente não sabe das dificuldades que passamos: o meu leite demorou pra descer e quando desceu, empedrou. Ele não conseguia pegar o peito direito, meu seio machucou muito, além da dor das fissuras era desesperador ver meu filho querer mamar sem sucesso, eu me sentia insegura e incapaz. Se não fosse o ajuda, a e o encorajamento dessas mulheres e da minha amada mãe @suelysuita , eu não sei se consiguiria,  estava fragilizada precisava de incentivo  para acreditar que era capaz. Ser mãe, é um aprendizado, meu filho me ensina todos os dias , juntos estamos superando as dificuldades com amor e com a alegria das inúmeras conquistas.Tivemos um parto respeitoso e sou capaz de nutri-lo com meu leite, isso me fortalece para os próximos desafios que sei que virão. Um recadinho pra você que está passando por desafios na gestação ou na amamentação: você não está sozinha, busque ajuda, informe-se e acredite você é capaz. #agostodourado #euapoioaamamentação #smam2017 #amamentar #livredemanda #DêLeiteMaterno

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10. Deborah Secco

Mãe de Maria Flor, hoje com 1 aninho e 8 meses, a atriz amamentou a pequena menos de um mês. Durante participação no programa Altas Horas, da Rede Globo, ela afirmou que suas próteses de silicone, que foram colocadas em cima das glândulas mamárias, atrapalharam a produção de leite. Segundo os especialistas, não é sempre que os implantes prejudicam o aleitamento materno, mas tudo depende do tipo de cirurgia realizada. “A anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas”, explica o pediatra Ary Lopes, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

Maria + batom + viagem = meu coração não aguenta!!! 💕

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