O abacate na gravidez pode ajudar a prevenir alergias em bebês? Entenda o que dizem os estudos

Conheça os benefícios do abacate e se há comprovação científica

Por Redação Pais e Filhos 5 set 2025, 07h00
abacate
 (freepik/Reprodução)
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Durante a gestação, a alimentação da mãe influencia diretamente o desenvolvimento e a saúde do bebê. Um estudo recente feito na Finlândia trouxe novas informações sobre um alimento comum na mesa de muitos brasileiros: o abacate. Segundo os pesquisadores, o consumo do fruto durante a gravidez pode reduzir o risco de alergias alimentares no bebê.

O que diz a pesquisa sobre o abacate e as alergias?

O estudo analisou mais de 2 mil gestantes e observou a relação entre a alimentação durante a gravidez e a saúde dos filhos no primeiro ano de vida. O resultado mostrou que mulheres que consumiram abacate com regularidade tiveram filhos com 43% menos chances de desenvolver alergias alimentares nos primeiros 12 meses.

Mesmo com esses dados promissores, os especialistas alertam que não é necessário exagerar na quantidade. O estudo não determinou uma dose exata, então a recomendação é incluir o abacate com moderação dentro de uma alimentação variada e equilibrada, sempre com orientação de um profissional de saúde.

Por que o abacate pode ser benéfico na gravidez?

O abacate é rico em gorduras boas, como os ácidos graxos monoinsaturados, além de conter vitamina E, vitaminas do complexo B, potássio e antioxidantes. Esses nutrientes são importantes para a saúde da mãe e do bebê, especialmente para o sistema imunológico e o desenvolvimento neurológico.

Além disso, o abacate faz parte da dieta mediterrânea, um padrão alimentar reconhecido por seus benefícios à saúde, incluindo durante a gestação.

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A alimentação da gestante influencia o bebê?

Sim, diversos estudos já mostram que a alimentação da mãe durante a gravidez tem impacto direto na saúde da criança. Dietas com frutas, verduras, grãos integrais e alimentos naturais estão associadas a um menor risco de alergias e doenças futuras.

O aleitamento materno também é um fator importante. Mulheres que mantêm uma alimentação saudável e amamentam por mais tempo tendem a ter filhos com menos casos de sensibilidades alimentares.

Alergias alimentares em bebês: situação atual

Atualmente, cerca de 8% das crianças brasileiras apresentam algum tipo de alergia alimentar. Os alimentos mais comuns associados a essas reações são: leite de vaca, ovo, soja, amendoim, frutos do mar e alguns tipos de frutas. Os sintomas vão desde coceira e vermelhidão na pele até reações mais graves, como inchaço, vômitos e, em casos extremos, choque anafilático.

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Diferença entre alergia e intolerância alimentar

É importante saber que alergia e intolerância alimentar são coisas diferentes. A alergia envolve uma resposta exagerada do sistema imunológico, enquanto a intolerância está relacionada à dificuldade do organismo em digerir certos alimentos, como a lactose. Mesmo produtos “sem lactose” podem ser perigosos para quem tem alergia à proteína do leite.

Grávidas podem comer abacate?

O abacate é seguro e saudável durante a gravidez, podendo ser incluído em vitaminas, saladas, pastas ou consumido puro. Só é bom lembrar que ele é calórico, então a recomendação é consumir com equilíbrio.

O ideal é conversar com seu médico ou nutricionista para montar um plano alimentar adequado. Com pequenas escolhas no dia a dia, como incluir o abacate na dieta, é possível trazer benefícios reais para a saúde do bebê.

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