• Gravidez
  • 1º ano
  • 2º ano
  • 3º ano
  • 4º ano
  • 5º ano
  • 6º ano

Navegue pela linha do tempo do seu filho

Saúde

Gravidez: 50 perguntas e respostas

Giuliano Agmont Atualizado em 05.12.2011
121-gravidez-cinquenta-perguntas-e-respostas
Getty Images

Será que estou grávida? Quando minha barriga vai começar a crescer? Selecionamos as dúvidas mais recorrentes das nossas internautas e fomos atrás das respostas

1.Como sei que estou grávida?

O enjoo matinal, muitas vezes acompanhado de vômito, pode surgir antes mesmo do sintoma principal, que é o atraso menstrual. Costuma ser o aviso mais comum da presença de gravidez. Além dele, são recorrentes a vontade de urinar a todo o momento, a azia, a prisão de ventre, a sonolência e o ganho de peso.

 

2.Estou no início da gestação e tive um pequeno sangramento seguido de cólica. Isso é normal?

Cada caso é um caso. Pequenos sangramentos no início da gravidez podem ser fisiológicos ou não. Para tirar qualquer dúvida – ou seja, saber se há ou não ameaça de abortamento –, procure seu médico para realizar um exame chamado ecográfico transvaginal.

 

3.O que posso fazer para reduzir os enjoos?

Evite comidas condimentadas e grandes refeições. Duas dicas bastante úteis: opte por alimentos mais secos e cumpra intervalos de duas ou, no máximo, três horas entre as refeições. Se o enjoo surge já pela manhã, ao escovar os dentes, deixe para fazer a higiene bucal após o desjejum.

 

4.Até quando vou ficar enjoada? Até o final da gravidez?

Os enjoos costumam desaparecer assim que o organismo se habitua às alterações hormonais da gravidez, o que costuma ocorrer ao final do primeiro trimestre de gestação.

 

5.Tenho muita dor de cabeça. É normal?

É comum as gestantes apresentarem dores de cabeça, principalmente quando já sentiam muitas enxaquecas antes de engravidar. Porém quaisquer sintomas mais intensos – como cefaleias diárias e insuportáveis – merecem investigação. Dores assim não são consideradas reações habituais da gravidez.

 

6.Por que estou sentindo tanta fome?

Principalmente porque há um ser crescendo dentro de você e ele também precisa ser alimentado. Mas isso não quer dizer que a mãe tenha de comer por dois. Ao contrário, é fundamental administrar essa fome. Para controlá-la, procure fazer várias pequenas refeições ao longo do dia: café da manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Para impedir o aumento excessivo de peso, evite o excesso de carboidratos e gorduras. A base de todas as refeições deve ser um filé de carne magra, ave ou peixe, verduras e frutas.

 

7.Por que sinto desejo de comer coisas estranhas?

Por uma questão exclusivamente emocional. Tem a ver com a gravidez, o parto e o desafio de ser mãe. Não por acaso, costuma ocorrer na primeira gravidez. Seja como for, desde que não seja um alimento prejudicial ao organismo, satisfaça seu desejo sem medo. Até porque, conforme for ganhando confiança em si, esse sintoma tende a desaparecer.

 

8.Estou grávida e ainda amamento meu primeiro filho. Isso pode ser prejudicial à minha gravidez?

Absolutamente não. Apesar de a amamentação provocar contrações uterinas, não há com o que se preocupar. Continue amamentando normalmente. Contudo, se sentir cólicas intensas durante as mamadas, suspenda o aleitamento imediatamente e procure seu obstetra. Esse quadro específico de dor pode ser um alerta de risco à gestação.

 

9.Quando minha barriga vai começar a aparecer?

A barriga começa a se tornar mais saliente a partir do quinto mês de gestação.

 

10.A partir de quantas semanas é possível ouvir o coração do bebê?

Depende do instrumento. Os batimentos cardíacos são audíveis já a partir da quinta semana com o uso do ultrassom, bastante comum nas clínicas de obstetrícia. Entre 12 e 14 semanas de gestação, é possível ouvir o coraçãozinho do bebê com outro equipamento, o sonar Doppler. Há ainda um terceiro aparelho, o estetoscópio Pinard, que registra os batimentos cardíacos entre a 20ª e a 22ª semana.

 

Fontes

Médico Dênis José Nascimento, professor do departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal do Paraná e presidente da Comissão Nacional de Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo);

Médico Corintio Mariani Neto, diretor técnico do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e presidente da Comissão Nacional de Aleitamento Materno da Febrasgo;

Médico Eduardo Cordioli, coordenador médico do Departamento de Obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein e presidente da Comissão de Urgências em Obstetrícia da Febrasgo.

Copyright 2011 Editora Abril S/A. Todos os direitos reservados

Label-publicidade
Label-publicidade