Luciana e eu pensávamos semanas atrás a respeito da escolha do pediatra. Começamos a sondar os amigos, parentes que tiveram filhos recentemente e os médicos de confiança para pedir indicações. A primeira dúvida que surgiu: conhecer o terapeuta com a Gabriela na barriga ou depois?
A favor de conhecê-lo agora pesava principalmente a questão da empatia. Várias pessoas nos aconselharam a olhar para cara do médico que estará presente nas primeiras decisões na “gestão†inicial do bebê, com a gente. Pesava contra sobretudo a questão do ridÃculo e o receio de exagerar. Afinal, é curioso ir a uma consulta médica com o paciente ausente. Ou melhor, dentro da barriga de um dos “acompanhantesâ€. Resolvemos optar por conhecê-lo agora.
A consulta sem paciente ocorreu há três dias. Dentre as várias indicações, optamos por começar por um pediatra que de antemão tem duas qualidades importantes: 1) seu consultório fica a três quarteirões da nossa casa. 2) Ele é homeopata não radical, linha que minha mulher adota.
O encontro foi bom, conversamos um pouco. Ele deu dicas simples, recomendou que comprássemos uma série de produtos de higiene do bebê e basicamente foi isso. Bem simples. Foi realmente engraçado marcar esta consulta, mas apesar de sentir um pouco de desconforto, gostamos e recomendamos a solução. Porque agora a gente conhece o rosto e a voz que vai guiar as recomendações para enfrentarmos as primeiras dificuldades, o que nós dá segurança neste momento.
Outra coisa que concluÃmos a respeito do pediatra, conversando com os casais que já estão cuidando dos seus bebês, é que se a gente quiser mudar, a gente vai mudar de pediatra. As pessoas mudam de pediatra. Portanto, resolvemos começar por este pediatra vizinho, que nos transmitiu confiança e experiência. Enfim, resolvemos por simplificar a questão.
Agora, o que roubou as atenções da nossa visita foi o papagaio do pediatra, que “recepciona†os clientes na sala de espera. Ele de fato “funcionaâ€. Responde ao “oi†e “tudo bem?†dos estranhos. O médico contou algo que achei o máximo sobre este curioso ser. “Quando tem criança em consulta, ele chora igualzinho aos bebêsâ€. Já pensou? É a perfeita babá eletrônica dos Flinstones!



Outros sites Abril
27 / June / 2009 às 9:45
onde fica esse médico? tbm estou atras de um pediatra homeopata não radical…
tenho acompanhado o blog e me emociono cm seus textos, super parabens e boa sorte.
se bobear nos encontraremos na maternidade, “estamos” na mesma semana.
28 / June / 2009 às 10:38
Oi, Ricardo, também sou jornalista, também me chamo Luciana e também estou grávida e também preciso encontrar um pediatra. Fiz uma reportagem, recentemente, sobre aleitamento materno. Cubro a área de saúde. Conheci de perto alguns pediatras, e todos falaram sobre a importância de ir à consulta pediátrica antes do bebê nascer. Uma das orientações importantes que eles dão é justamente sobre como amamentar. Estou com sete meses. Está na hora de escolher. Parabéns pra vc, pra Luciana.E boas-vindas à Gabriela, que já já está por aqui.
30 / June / 2009 às 10:45
Acho uma boa idéia ir conhecendo o médico que será responsável pelas primeiras consultas dos nossos filhos. Nós estamos à procura de um para o nosso filho, e mesmo que o bebê ainda não tenha nascido a tal empatia deve surgir desde o primeiro instante, não é mesmo?
Parabéns pelos posts!
3 / July / 2009 às 12:17
Parabéns! Parabéns!
É super importante encontrar um pediatra antes do bebê chegar. Não fiz isso quando estava grávida da Alice, que completa 2 anos em agosto.
Busquei indicações depois e mudei várias vezes (tem que mudar mesmo se não rolar a empatia com o médico), até que encontrei um abençoado homeopata/pediatra, da linha não radical, distante 2 quadras de onde moro, Ricardo Carlini, aqui em Curitiba. Ou seja, é o médico da milha e assim será até os 18 anos, porque é psicólogo,nutricionista e maior jeito com crianças e o melhor “em caso de emergência, vai num pronto-socorro, chazinho não adianta em determinadas circunstâncias”.
Convido você e seu leitores a visitar meu blog maternal MÃE SÓ MUDA DE ENDEREÇO http://www.maesomudadeendereco.zip.net
14 / July / 2009 às 12:01
Levei meu bebê com apenas 1 semana de vida (pois tinha nascido com baixo peso e estava fraco por não conseguir mamar direito) a um pediatra “super renomado” e saà de lá chorando. Ele tratou o meu filho como uma “coisa”, mal pegou nele, tinha a cara emburrada e ainda o chamou de “esse moleque”. E disse que problema meu se meu bico estivesse rachado, afinal “amamentar dói muito mesmo”.
No dia seguinte fui a um novo pediatra, um senhor de 75 anos, com 50 anos de pediatria e neonatologia nas costas. Um amor de pessoa, a consulta levou 1 hora, ele olhou pra meu filho sorrindo. Vi que gosta do que faz. Tirou as minhas 17 dúvidas básicas e me orientou calmamente como alimentar meu filho. QUE DIFERENÇA!!!!
Meu marido disse que na primeira visita erramos, e fomos num veterinário ao invés de pediatra…
Jà ESCOLHA SEU PEDIATRA ANTES DO SEU BEBÊ NASCER PRA NÃO TER QUE PASSAR POR ISSO.