Perguntas que as mulheres costumam se fazer no início da gestação

Neuras, medos, preocupações... Os primeiros meses da gravidez mexem mesmo com a cabeça das futuras mamães. Veja algumas dúvidas comuns dessa fase!

Em qualquer área da vida, o novo sempre nos tira do eixo – seja pelo medo do que está por vir, seja por aquela ansiedade boa provocada pelas mudanças. E se até com as coisas mais simples do dia a dia a gente quebra a cabeça e sente o estômago queimar, é compreensível que a primeira gravidez deixe a mulher cheia de pontos de interrogação. Afinal, essa é uma realidade totalmente nova e saber como agir em cada situação não é tão natural quanto pode parecer. Reunimos 7 questionamentos que rondam a cabeça das gestantes para você saber que não está sozinha nessa jornada!

1. Para quem contar? 

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Você acaba de fazer o teste de farmácia e, de repente, aqueles dois tracinhos mudam a sua vida e tudo o que você consegue pensar é “estou grávida!!!”. Porém, por mais que a partir deste momento a gravidez tome conta dos seus pensamentos, existe aquele consenso popular de que não é bom sair falando sobre isso tão rapidamente quanto você gostaria. E aí vem uma das primeiras-grandes-dúvidas da gestação: quando e para quem contar? Será que é melhor guardar as primeiras semanas só entre o casal ou dar logo a novidade aos familiares mais próximos? Isso só o seu coração vai dizer!

2. Quando fazer o “anúncio oficial”?

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Ok, pais, sogros, irmãos e melhor amiga avisados e agora você não sabe se espera ou não os primeiros três meses para fazer o “anúncio oficial”. Especialistas costumam fazer essa recomendação para poupar a mulher de um desgaste emocional caso aconteça um aborto espontâneo. Mas as dúvidas dão um sossego nesse meio-tempo? Bom, a verdade é que elas não param nunca. “A barriga já está aparecendo? Será que o pessoal acha que eu só estou engordando por causa do rodízio de sexta? E os enjoos no meio do expediente, alguém reparou neles?”. Essas são algumas das perguntas que ficam pipocando no primeiro trimestre. E não tem jeito: só você saberá o momento certo de contar para todo mundo, em especial no trabalho.

3. Aguento a ansiedade para saber o sexo? 

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Fortes são aquelas que esperam o parto para saber se é menino ou menina… Às meras mortais, resta a pergunta: “faço o exame de sexagem fetal para descobrir o quanto antes e ter um grau maior de certeza ou aguardo mais algumas semanas até que dê para ver pelo ultrassom?”. A ansiedade parece dizer para você logo se render ao exame de sangue, mas a razão – e a economia, claro, já que esse não é um procedimento barato – faz você pensar duas vezes antes de decidir. Se resolver esperar, uma alternativa divertida é recorrer às boas e velhas simpatias – sem qualquer fundamento científico (e alta probabilidade de erro), ao menos elas podem ajudá-la a tentar sanar um pouquinho da curiosidade. E vai que dá certo! Só não saia comprando todo o enxoval baseada nisso, ok? 

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4. Compartilho a novidade nas redes sociais? 

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Depois que a sua gravidez já não é mais segredo para os mais próximos, chega aquela fase em que você não quer mais esconder de ninguém que tem um bebê a caminho. E daí surgem mais dúvidas: “Faço um post de anúncio no Facebook com alguma daquelas fotos clássicas? Não falo sobre o assunto, mas começo a aparecer com minha barriga de grávida nas fotos como se nada estivesse acontecendo? Ou é melhor nem compartilhar a gestação nas redes sociais, afinal, xô, olho gordo?”. Como lidar com a gravidez em tempos de tamanha exposição? Não existe uma resposta certa para essas perguntas. O importante é que você se sinta confortável – seja contando pra todo mundo nas redes sociais ou não. Afinal, esse é um momento especial, que merece ser comemorado da forma como você achar melhor.

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5. Será que eu sou normal?

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Você sempre ouviu falar que a gravidez é uma fase mágica, que a felicidade é incomparável e que tudo muda quando você descobre que está esperando um bebê. Mas tirando todos os anseios e dúvidas, no fundo, no fundo, parece que as coisas não mudaram tanto assim. “Por que eu ainda não estou em estado de sublime alegria?”. O pior nisso tudo é ter que responder às perguntas sobre como você está se sentindo como futura mamãe… Mas, calma! É possível, sim, lidar com as emoções em cada trimestre da gestação.

6. Quando devo ir às compras?

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Tem coisa mais fofa do que roupinha de bebê? Você nem precisa estar grávida para soltar um ou dois suspiros quando vê aquelas miudezas expostas nas vitrines. Mas a verdade é que quando chega a hora de preparar o enxoval para o seu filho a história muda: “Será que ainda é muito cedo? E o quarto, posso começar a montar ou é melhor esperar mais um pouquinho?”. Geralmente o sinal verde para comprar roupinhas e decidir a nova cor da parede é após a descoberta do sexo do bebê, que acontece por volta da 15ª semana de gestação. Mas nada impede que você adquira alguns mimos antes disso – principalmente se escolher uma decoração neutra. De qualquer forma, por mais que você se controle, os presentes são inevitáveis (além de bem-vindos!) e vão pouco a pouco deixando a sua casa com carinha de criança.

7. Será que estou colocando meu bebê em risco?

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Por mais que você saiba que está tudo certo, ainda bate aquele medo de fazer alguma coisa e prejudicar o bebê. “Posso fazer as unhas? Usar o mesmo hidratante de antes? Ir ao dentista? Fazer viagens de avião”? Não importa se até ir ao banheiro para fazer xixi dá aquele friozinho na barriga – se isso está te angustiando, não vai passar enquanto você não tiver certeza de que tudo está bem. E não precisa se achar neurótica, não. Isso absolutamente normal! O que você carrega aí dentro é muito especial e vale toda essa preocupação. Para você curtir os nove meses sem tanta agonia, converse sempre com o seu médico durante o pré-natal.

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