Sem brinquedos: divirta-se com o seu filho à moda antiga

Dispense os carrinhos e as bonecas e, por alguns instantes, declare greve de brinquedos.

Improvise o divertimento com o que estiver à sua disposição. Você pode usar uma meia velha, um lenço ou simplesmente as próprias mãos e pernas para entreter o pequeno.

Fácil, não é? Mas, se estiver em dúvida, confira alguns jogos e passatempos tradicionais muito fáceis de pôr em prática.

Peek-a-boo

É a simples brincadeira de cobrir e descobrir o rosto (o famoso Cadê? Achou!, em português). Os bebês adoram.

Roda (a partir do primeiro ano)

De mãos dadas e cantarolando junto com os amiguinhos, o seu filho vai aprender a se relacionar e ainda pode adquirir noções de ordem, regras e limites.

Telefone-sem-fio (a partir de 3 anos)

Meninos e meninas ficam enfileirados. Um deles cochicha uma mensagem para o coleguinha, que a passa adiante. Mais um divertido incentivo à socialização e ao uso da linguagem.

Fantoches (a partir de 3 anos)

Para incentivar a criatividade, o ideal é confeccioná-los com a ajuda do seu filho, usando meias velhas, saquinhos de papel, restos de lã e de tecido ou material escolar.

Lenço-atrás (a partir de 3 anos)

Durante essa brincadeira, os participantes se sentam no chão, formando um círculo. Um deles fica de pé, com um lenço na mão, e anda atrás de quem está sentado essa turma não pode olhar para trás e deve buscar referências nas expressões dos colegas. Daí, o que está de pé solta o lenço nas costas de um dos participantes. O premiado deve correr atrás do amiguinho e não deixá-lo tomar sua posição na roda. Trata-se de um estímulo à percepção. Correr e voltar para o lugar certo conta pontos a favor do desenvolvimento motor.

Faz-de-conta (a partir de 3 anos)

Ao assumir o papel de diferentes personagens, o pequeno aprende mais sobre o relacionamento entre as pessoas e o comportamento dos adultos.

Brincar de casinha

Usar lençóis e papelão para montar uma casinha exercita a criatividade e a capacidade motora.

Jogar amarelinha (a partir de 5 anos)

Ao obedecer às regras da brincadeira, a criança aprende a perder, parar ou recomeçar quando necessário.

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