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Saúde

Ultrassom: evolução da imagem

Cida de Oliveira Atualizado em 02.12.2011
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Getty Images

Como o método evoluiu ao longo dos anos

 

Foi só no comecinho dos anos 1980 que os médicos tiveram a certeza: o ultra-som não prejudicava bebês. E, naqueles tempos, a imagem cinzenta só era decifrada por médicos — para as mães, o resultado parecia um canal de TV fora do ar. Hoje, porém, qualquer leigo se derrete ao ver um exame pré-natal de ultra-som, enxergando perfeitamente o rosto e cada parte do corpinho do bebê se movendo em tempo real. Há cerca de dez anos, a ressonância magnética também foi liberada para as futuras mamães. Ela permite a análise minuciosa de estruturas que a ultra-sonografia não diferencia tão bem. Ao rol de exames disponíveis às grávidas, somaram-se ainda alguns testes bioquímicos para rastrear como andam determinadas funções vitais. Hoje é cada vez mais raro alguém ser surpreendido na sala de parto dando à luz a um bebê com problemas — 96% das encrencas são diagnosticadas durante a gestação.

 

Anos 1980: os médicos tiveram a certeza de que o ultra-som era seguro para o futuro bebê. Mas as imagens obtidas na época eram assim...

 

Anos 1990: o ultra-som morfológico mostra o contorno de cada parte do corpo e podia indicar 96% dos problemas congênitos, incluindo a síndrome de Down.

 

Hoje: a imagem bem definida do feto se movimentando em tempo real, típica do ultra-som 4D, permite cirurgias minimamente invasivas que tratam problemas antes do nascimento. E qualquer futura mamãe consegue ver o seu bebê. Não é um retrato nítido?


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