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Família

Tire o ciúme de letra

Paula Desgualdo Atualizado em 28.05.2013
Tire o ciúme de letra

Getty Images

Quando o segundo filho nasce, é preciso lidar com as diferentes manifestações de insegurança do mais velho

Um belo dia, a criança acorda e, como de costume, caminha pela casa arrastando a barra da calça do pijama de flanela. Vai até o quarto dos pais e – surpresa! – nota que a cama está vazia. Depois de checar outros cômodos, ela finalmente os encontra. Onde? No quarto do irmão recém-nascido. Ultimamente, tem sido assim: o ambiente está mais movimentado, ela passa menos tempo ao lado dos pais e as visitas só querem saber do bebê. É de esperar que tome uma atitude para retomar o posto roubado. E as estratégias podem ser as mais diversas, de acordo com sua idade, sua personalidade e até com as reações que costuma notar dos pais.

 

Segundo a psicóloga gaúcha Caroline Rossato Pereira, que estuda o impacto do nascimento do segundo filho na dinâmica familiar e no desenvolvimento emocional do primogênito, crianças em idade pré-escolar (entre 3 e 6 anos) são as que mais apresentam dificuldades quando enfrentam tal situação. “Elas se manifestam verbalmente e ainda não estão preparadas para compreender e tolerar as novidades”, diz. Isso não significa que os filhos de outras idades encarem tranqüilamente a mudança. Apesar de aceitarem melhor as transformações, os mais velhos não sabem como administrá-las. Já os pequeninos, menores de 3 anos, precisam de ajuda para dar nome a esse estranho sentimento de abandono engasgado no peito.

 

Algumas crianças ficam enfezadas, outras esnobam a mãe e o bebê ou, ainda, mostram sinais de regressão no comportamento, voltando a pedir a mamadeira e a fazer xixi na cama, por exemplo. Qualquer que seja a manifestação, a mensagem é uma só: “Estou morrendo de medo que o outro tome o meu lugar”. Como ajudar? “Nessa hora, o acolhimento físico é mais importante que o verbal”, ensina a psicoterapeuta Denise Molino, de São Paulo. Vale elogiar, falar o quanto se ama e como ela é importante, mas, você há de concordar, não existe palavra que substitua um colo e um abraço gostosos. Clique aqui para saber o que mais você pode fazer


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