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Saúde

Sexagem fetal: menino ou menina?

Thaís Manarini Atualizado em 06.12.2011
sexagem fetal

Getty Images

Exames simples ajudam a esclarecer o mistério antes que o ultrassom seja capaz de denunciar o sexo do bebê

Passada a euforia causada pela descoberta da gravidez, a futura mamãe logo se vê intrigada por outra questão: afinal, é menino ou menina? A boa notícia é que o suspense não precisa se prolongar até a 16ª semana, quando o exame de ultrassonografia finalmente deixa claro o sexo do bebê. Com testes chamados de sexagem fetal, realizados por meio de uma amostra de sangue ou urina, é possível descobrir o gênero do feto algumas semanas antes, aplacando, assim, a ansiedade da família. A seguir, saiba detalhes sobre esses recursos.

 

Exame de sangue

O que é?

Desde o início da gravidez, existem células do feto circulando na corrente sanguínea da mãe. Sendo assim, o chamado exame de sexagem fetal consiste na análise laboratorial do sangue materno em busca do cromossomo Y, que caracteriza o sexo masculino. Se ele é detectado, isso significa que o bebê é um menino. Caso contrário, trata-se de uma menina.

 

Como é o procedimento?

Basta coletar uma amostra de sangue simples da grávida. Não é preciso fazer nenhum preparo prévio ou ficar em jejum.

 

Quando é possível realizá-lo?

Ele pode ser agendado a partir da 8ª semana de gestação.

 

Trata-se de um exame preciso?

Se for feito antes da 8ª semana de gravidez, pode dar errado. Depois desse período, a acurácia fica em torno de 96% e não muda com a evolução da gravidez.

 

E se forem gêmeos?

Se for confirmada a presença do cromossomo Y, fica entendido que, pelo menos um dos bebês, é do sexo masculino. Já a ausência do gene aponta que são duas meninas.

 

Em quanto tempo sai o resultado?

Demora de cinco a dez dias para ficar pronto.

 

O bebê corre algum risco?

Como não atinge o ambiente intrauterino, não existe a possibilidade de prejudicar o feto ou o desenvolvimento da gestação.

 

Quanto custa?

Para fazer o exame, é preciso desembolsar um valor próximo de R$ 450.

 

Precisa de prescrição médica?

Sim, pois se trata de um exame realizado em laboratório. Vale ressaltar, contudo, que qualquer mulher pode se submeter ao procedimento se desejar descobrir o sexo do bebê.

 

Exame de urina

O que é?

No Brasil, ele atende pelo nome de IntelliGender Menino ou Menina e é um teste caseiro vendido em farmácia, como aquele que confirma a gravidez. Nesse caso, porém, produtos químicos reagem com hormônios presentes na urina, fazendo com que a cor mude de acordo com o gênero do bebê. Se for menina, o líquido se torna laranja. Na presença de um menino, fica verde.

 

 

Como é o procedimento?

Muito simples: depois de coletar a primeira urina da manhã, deve-se colocar a quantidade indicada no copo de teste – isso é feito com a ajuda de uma seringa, que acompanha o kit. Em apenas dez minutos, o líquido muda de cor.

 

Quando é possível realizá-lo?

A partir da 10ª semana de gestação.

 

 

Trata-se de um exame preciso?

No laboratório, o IntelliGender atingiu 90% de precisão. Na prática, o relato das usuárias apontou uma taxa de 82% de acurácia. É válido frisar que alguns cuidados são necessários para obter um resultado mais confiável, como não praticar relações sexuais, sem preservativo, 48 horas antes de realizar o teste, coletar a urina da forma indicada nas instruções da embalagem e não fazer uso de medicações hormonais, como progesterona.

 

 

E se forem gêmeos?

A cor verde indica que pelo menos um dos fetos é do gênero masculino. Mas, se o líquido ficar laranja, significa que a mãe espera duas meninas.

 

 

Em quanto tempo sai o resultado?

A urina demora dez minutos para mudar de cor.

 

 

Quanto custa?

O preço médio é R$ 300, ou seja, é uma opção um pouco mais barata, se comparada ao exame de sangue.

 

 

Precisa de prescrição médica?

Não. Qualquer grávida pode comprar e fazer o teste.

 

Fontes

Médica Isabel Corrêa, obstetra e especialista em reprodução humana da Huntington Perinatal, no Rio de Janeiro;

Médico Carlos Henrique Mascarenhas, ginecologista e obstetra e coordenador do Serviço de Medicina Fetal e Ultrassonografia do Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte.


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