Manifesto Prêmio SAÚDE!
Em prol da amamentação
O leite materno é só o que o bebê precisa ingerir para ficar bem nutrido e saudável, no primeiro semestre de vida
O simples fato de derrubar em cerca de 13% o risco de morte antes dos cinco anos de idade já cobre de razão a Organização Mundial de Saúde, ao preconizar que se amamente, por livre demanda, pelo menos até o sexto mês de vida da criança. Infelizmente, não é bem assim que acontece.
Estatísticas da própria OMS revelam que, no Brasil, a média de tempo de aleitamento exclusivo é de, apenas, 2,2 meses. Vamos mudar esse cenário. Só o leite da mãe, cheio de anticorpos, é capaz de defender o intestino e o sistema respiratório do bebê, ainda imaturos, de micro-organismos que provocam diarreia e infecções. Prolongar o período das mamadas também previne alergias, inclusive ao leite de vaca.
Sem contar que faz toda a diferença no desenvolvimento do sistema nervoso central. Já existem evidências de que indivíduos que mamaram na infância apresentam melhor capacidade cognitiva. E além de mais inteligente, seu bebê terá de 20 a 25% menos probabilidade de se tornar obeso.
Se tanto benefício para o seu filho já é gratificante, saiba que você também sai ganhando, ao amamentar. O ato reduziria em 13% o risco de infarto na mãe e ajudaria a recuperar, mais rapidamente, o peso, as taxas de açúcar e de colesterol anteriores à gravidez..
Faça um esforço, insista e pratique esse gesto de dedicação. A compensação será um vínculo mais forte e momentos únicos de carinho e aconchego com seu pequeno. Vale a pena!
































