Alimentação
Como prevenir a mastite
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Muito comum cerca de duas semanas após o parto, essa inflamação seguida de infecção atinge as glândulas mamárias e acontece quando se produz mais leite do que necessário
O bebê acabou de mamar, mas continua sobrando leite no peito? Então, trate logo de massagear as mamas para retirar o que restou. Esse cuidado é importante, principalmente, nos primeiros dias de amamentação, quando a mãe pode produzir mais leite do que a criança precisa. Nesse caso, se a ordenha manual não for realizada, o líquido parado nas mamas pode endurecer e virar um prato cheio para as bactérias.
Daí, é um pulo para a mastite, uma inflamação seguida de infecção que atinge as glândulas mamárias. "Trata-se de uma doença oportunista, que costuma ocorrer cerca de duas semanas após o parto", explica a enfermeira Márcia Regina da Silva, encarregada do curso de gestantes do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Segundo ela, são mais suscetíveis ao mal as mães que não repousam apropriadamente, sem falar nas que não se alimentam nem fazem a reidratação adequada para compensar a perda de líquidos durante a amamentação.
Mastite e ingurgitamento
Muita gente confunde a mastite com o ingurgitamento, porém uma coisa não tem nada a ver com a outra. O ingurgitamento é um processo natural caracterizado pelo endurecimento das mamas. É o famoso empedramento. A mastite, por outro lado, vem à tona quando as placas de leite não são desfeitas e muito menos ordenhadas. Dessa maneira, as áreas afetadas pelo problema ficam vermelhas e doloridas. A mulher sente dores musculares semelhantes às provocadas por gripe, febre e náuseas. Nesse caso, a única saída é tomar medicamentos sob a orientação do médico. A mastite, entretanto, não impede o aleitamento materno. Pelo contrário, amamentar faz parte do tratamento, assim como as massagens indicadas para facilitar a saída do leite empedrado.































