Receba newsletters grátis!

Faça o cadastro e receba por e-mail informações sobre sua gravidez e filhos

  • Gravidez
  • 1º ano
  • 2º ano
  • 3º ano
  • 4º ano
  • 5º ano
  • 6º ano

Navegue pela linha do tempo do seu filho

Família

Cauã Reymond no papel de pai

Michele Marreira Atualizado em 27.07.2012
Cauã Reymond 01329491_0I1H8G1B3E CONTIGO

Reprodução: CONTIGO

Exercendo a paternidade pela primeira vez, o ator abriu o jogo sobre suas realizações pessoais e profissionais, comentando seu atual trabalho na novela Avenida Brasil, da Rede Globo. Confira a entrevista e a galeria de fotos

Qual o sentimento como pai após o nascimento da sua primeira filha?

M-u-u-i-t-o bom, bem especial!

 

Tem alguma novidade dela pra contar?

Não tem algo específico. Cada dia é um olhar, o jeito que ela se mexe... É uma descoberta constante.

 

Quais são as dificuldades de um pai de primeira viagem?

Dificuldade? Acho que a descoberta é um prazer. Quando você tem filho, já conhece o caminho. Claro que um é sempre diferente do outro, às vezes um é mais calminho, o outro elétrico. Estamos descobrindo as coisas juntos.

 

Você ajuda a Grazi na hora de trocar a fralda e dar banho na pequena?

Trocar fralda é mole. O cheirinho que é difícil (risos). Banho eu dou, mas posso melhorar (risos).

 

Confira, também, a entrevista com a mamãe Grazi Massafera, durante a gravidez

 

E você tem uma dica de como os pais podem ninar seus bebês, colocando-os para dormir?

Eles têm que descobrir os métodos deles. Não vou vender minha receita, não (risos).

 

A relação entre o casal muda com a chegada de um filho? Como tem sido com vocês?

Toda mudança traz amadurecimento...

 

Você disse que, com a perda de memória do Jorginho (personagem que o ator interpreta na novela Avenida Brasil, da Rede Globo) está podendo ficar mais com sua filha...

Porque não preciso decorar tanto texto e sobra mais tempo pra ela (risos).

 

Seu personagem é um dos principais destaques da novela. Com tantas cenas para gravar, como tem feito para conciliar o trabalho com a dedicação à filha pequena?

O momento mais difícil foi a época do nascimento dela, quando eu estava gravando a sequência da descoberta de que a Carminha (a vilã interpretada por Adriana Esteves) era mãe do Jorginho. Depois disso, ficou mais fácil. Quando eu consegui me organizar naquele momento crucial, foi bem tranquilo. A gente tem uma produção muito bem organizada, o que facilita o trabalho dos atores.

 

Estão gravando muitas cenas secretas após essa reviravolta entre Nina (personagem de Débora Falabella)  e Carminha?

Já estamos gravando muitas cenas secretas, sim. É uma estratégia, já que estamos no meio da novela. Descobrimos que havia uma pessoa revelando os textos. Essa é uma estratégia para confundir.

 

Você praticamente emendou a novela Cordel Encantado com a Avenida Brasil. Ao final desse trabalho, pretende dar uma descansada?

Foi o que me prometeram... Mas estou até com vergonha de falar (risos). Eu sempre digo que vou tirar férias e, um mês depois, estou no ar. Mas, acho que sim, devo ficar um ano e pouco longe. Pelo menos da tevê, do cinema, não.

 

Qual o balanço que você faz desses dez anos de carreira?

Muito especial. Sou um cara muito sortudo. Graças a Deus, os projetos de que participei deram certo, tanto no cinema, quanto na televisão e no teatro. Fui subindo degrau por degrau da escada. Fico muito feliz em estar numa novela das oito que faz tanto sucesso, com colegas dando show. Sinto-me lisonjeado por fazer parte disso. São dez anos de vitória.

 

Estava tudo certo para você viver o protagonista do filme Heliópolis. Por que teve que desistir desse trabalho no cinema?

Foi um filme que infelizmente não pude fazer. A data mudou, o Lázaro Ramos está fazendo agora e tenho certeza que ele vai arrebentar. Já filmaram. Mas, eu também tive muita sorte de participar de duas novelas que foram marcos da televisão, na minha opinião: Cordel Encantado e Avenida Brasil.

 

Com sucesso na vida profissional e pessoal, falta alguma realização? Você se considera uma pessoa feliz?

Eu não gosto quando as pessoas começam a falar de perfeição. A gente sempre tem os nossos desafios. Por mais que as pessoas achem que você está cem por cento bem, você nunca está,  totalmente. Isso é humano e a sociedade atual deveria entender. A gente vive em um mundo em que a beleza e a jovialidade são muito valorizadas.

 


Recomendamos Para Você