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Saúde

Bronquiolite

Cida de Oliveira Atualizado em 03.01.2012
Bronquiolite
Getty Images

Conheça essa doença grave e as medidas necessárias para proteger seu filho

 

Preste muita atenção nesse nome. Trata-se de uma doença respiratória grave – ainda mais para as crianças prematuras – e está entre as maiores causas de internação no primeiro ano de vida, em especial entre o 4º e 6º mês. No entanto, ela pode voltar a tirar o sossego da meninada até os 2 anos de idade. Essa inflamação pulmonar é causada principalmente pelo vírus sincicial respiratório, ou VSR. Outro vírus, o influenza, aquele responsável pela gripe, também tem culpa no cartório em alguns casos de bronquiolite. A doença é capaz de afetar seriamente o sistema imunológico dos pequenos, favorecendo o aparecimento de outros males, como a pneumonia.

 

Secreção e congestão nasal que progride para tosse, dificuldade respiratória e chiadeira, semelhante a um miado, estão entre os principais sintomas. Mas em alguns bebês isso se dá de forma mais branda. O tratamento consiste no combate aos sinais que denunciam a presença da bronquiolite. A internação é indicada para as crianças com menos de 4 meses em casos de dificuldade respiratória ou cianose, quando as extremidades dos dedos ficam arroxeadas.

 

Infelizmente, ainda não existe uma vacina contra o vírus sincicial respiratório. Prematuros e recém-nascidos com doenças cardíacas, por exemplo, já têm à disposição um tratamento à base de anticorpos produzidos em laboratório para reforçar suas defesas. "Imunizar adultos contra a gripe, principalmente os que estão em contato direto com o bebê, é uma estratégia eficaz para proteger os menores de 6 meses", ressalta a pediatra Isabela Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

 

Confira outras medidas preventivas que ajudam a afastar a ameaça da bronquiolite.

 

- Procure ventilar os ambientes de sua casa

- Lave bem as mãos depois de chegar da rua. Complete a limpeza com álcool a 70º

- Nada de contato com pessoas gripadas

- Por fim, todo mundo adora mimar o recém-nascido, mas evite que ele passe de colo em colo. O ideal é que ele seja paparicado a distância, no berço, a salvo do contato com secreções de pessoas infectadas.

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