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Navegue pela linha do tempo do seu filho

Aplicativos que divertem e ensinam as crianças

Cristiane Marangon Atualizado em 10.08.2012
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Divulgação

Você tem dúvidas se deve deixar ou não seu filho brincar no seu celular ou no seu tablet? Saiba o que tem de bom e de ruim no passatempo preferido da atualidade e veja uma seleção de ótimos aplicativos

Calma! Você não é o único a viver o dilema entre restringir ou liberar o acesso do seu filho às inovações tecnológicas. Pais de todos os cantos se questionam se é adequado ou não deixar os aparelhos ao alcance dos filhos. Antes de tudo, é fundamental você saber que, até os 6 anos de idade, a criança precisa de muitos estímulos para despertar diversas disposições intelectuais. “Aplicativos com movimento, luzes, cores, sons, de caráter lúdico ou mesmo voltados para alguma aprendizagem básica, como quantidades e volumes, são bem interessantes nessa fase”, explica Andrea Ramal, diretora da ID Projetos Educacionais. Com isso, você já resolve o principal dilema: Sim, seu filho vai aprender muito utilizando essas maquininhas!

 

Além disso, como os aplicativos estão dentro do computador e não necessariamente conectados à rede, você fica descansado em relação ao que ele está vendo. O mesmo não vale para a navegação na internet, que promove infinitas possibilidades de comunicação, aprendizagem, pesquisa e intercâmbio. “A rede é um ambiente do conhecimento sem fronteiras, mas, ao mesmo tempo, um território sem lei, no qual somente podemos ter benefícios se tivermos condições de fazer uma leitura crítica do que vemos e ouvimos”, alerta Andréa. “E isso, infelizmente, as crianças ainda não têm condições de fazer.”

 

Excelentes escolhas

Para fazer a opção certa, tenha em mente o objetivo da aquisição, que pode ser, por exemplo, desenvolver a coordenação motora, estimular a fala ou simplesmente divertir. Cuidado com os educativos! Soletrar é muito comum nos Estados Unidos, por exemplo, mas, no Brasil, nem sempre o ensino do alfabeto é a prioridade na alfabetização. Certifique-se de que o joguinho esteja alinhado com a proposta pedagógica da escola para não criar uma confusão na cabecinha da criança.

Por fim, vale o lembrete. Nem todos os aplicativos infantis estão disponíveis em todas as plataformas – iPad, iPhone e Android. A seguir, veja uma galeria com boas alternativas para os pequenos.

 

 

Ninguém fica de fora

Pintar, jogar, cantar, dançar, ler...Há aplicativos para todos os gostos e todas as idades. “Fico impressionado com a quantidade de opções disponíveis que podem desenvolver capacidades criativas ou de aprendizagem ou, ainda, ajudar os pequenos a se formar no âmbito extraclasse”, afirma o blogueiro profissional André Darugna, fundador do iPad Dicas. “Cabe aos pais garimpar as melhores escolhas. No meio de tanta variedade, é preciso discernir entre o que vale a pena e o que é desprezível.”

 

O preço praticado é um chamariz, levando em conta que qualquer livro comprado em uma livraria ou um brinquedo adquirido em uma loja custa muito mais. O idioma também não chega a ser uma barreira. Mesmo os disponíveis apenas em outra língua são boas pedidas, já que os aplicativos são bastante intuitivos.

 

O alerta vai para os modelos gratuitos (freemium), que devem ser evitados. “Nem todos, mas muitos deles foram desenvolvidos para fazer com que as crianças caiam em armadilhas, ou seja, em compras involuntárias de itens adicionais”, explica André. “O aplicativo pode ser baixado gratuitamente, mas, para liberar outras opções (mais personagens, outras fases etc.), é necessário comprar pacotes de extensão e a venda é feita In-App (dentro do aplicativo). Essas compras não exigem senha e, com isso, as crianças consomem sem a autorização de seus pais.” Para esses casos, André ensina como bloquear as compras nos aparelhos da Apple: “Basta ir em Ajustes – Geral - Restrições e ativar a restrição para esse tipo de ação”.

 

Fique de olho

As telas, em geral, seja de tablets ou de celulares, possuem luz forte. Essa luminosidade envia uma mensagem para o cérebro de que ainda é dia e, por isso, não é hora de dormir, retardando o hormônio do sono – melatonina. Por isso, estipule um horário para o uso desses aparelhos para que o sono dos pequenos não seja prejudicado.

 

Outra coisa. Os brinquedos eletrônicos são importantes tanto quanto os outros – bonecas, carrinhos, bola etc. Faça uma rotina para que seu filho possa ter acesso às duas opções durante o dia (ou a semana). A brincadeira no parque pode ser sucedida por trinta minutos de uso de aplicativos, por exemplo.

 

 

Fontes

André Darugna, blogueiro profissional fundador do iPadDicas (blog: wwwipaddicas.com)

Andréa Ramal, doutora em Educação, diretora da ID Projetos Educacionais (site: www.idprojetoseducacionais.com.br) e consultora da Rede Globo de Televisão


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