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Síndrome dos ovários policísticos e gravidez

Por Redação     16.05.12

Pesquisadores do Karolinska University Hospital, na Suécia, analisaram  o impacto da doença na gestação e constataram que, mesmo após vencer o primeiro obstáculo e engravidar com fertilização assistida, as portadoras do distúrbio necessitam de um monitoramento cauteloso. O estudo revelou que esse grupo apresenta mais riscos de dar à luz prematuramente, desenvolver diabete e pré-eclâmpsia – aumento da pressão arterial na gravidez, que pode trazer complicações para a mãe e o bebê durante o parto.

Na opinião do especialista brasileiro Assumpto Iaconelli, diretor do Fertility – Centro de Fertilização Assistida, são necessárias mais evidências que justifiquem uma mudança de conduta em relação às gestantes com SOP. Mas, por via das dúvidas, ele preconiza os mesmos hábitos que contribuem com o sucesso da fertilização assistida. “Aumentar os cuidados com a dieta, praticar exercícios físicos regularmente, controlar o estresse e parar de fumar são medidas fundamentais para dar à luz com a saúde sob controle”, enumera.

Como 46% das pacientes com SOP apresentam também a síndrome metabólica (aumento de triglicérides e da pressão arterial, intolerância à glicose e obesidade central), Iaconelli recomenda uma dieta para que a mulher emagreça entre 5% e 10% do seu peso corporal, antes de iniciar o tratamento para engravidar. Além de aumentar a fertilidade e contribuir com o sucesso do procedimento, depois de grávida a mulher é orientada a continuar cuidando da alimentação e ganhar pouco peso durante os nove meses seguintes.

A síndrome dos ovários policísticos costuma afetar entre 5% e 15% da população feminina em idade reprodutiva. Além da presença de pequenos cistos nos ovários – que podem ser bem detectados na ultrassonografia –outros fatores associados apontam para o diagnóstico, como menstruação irregular ou inexistente, ganho de peso excessivo, crescimento acelerado de cabelos e pelos, entre outros. “Também é importante descartar a existência de doenças que provocam sintomas semelhantes, como alguns tipos de câncer”, diz o Iaconelli.

Fontes: 

Þ     Dr. Assumpto Iaconelli, médico ginecologista, especialista em Medicina Reprodutiva, diretor do Fertility – Centro de Fertilização Assistida, em São Paulo (www.fertility.com.br)

 

Þ     http://www.sciencedaily.com/releases/2011/10/111013184811.htm

 
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