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“A mãe” que eu não sou e a que eu consigo ser

Por Redação     15.08.12

A blogueira Mariana Zanotto decidiu ser uma mãe sem culpa e não dedicar todo o seu tempo aos filhos. Essa ideia levou anos para ser amadurecida e neste post a mãe de Alice e Lucas conta como isso foi possível. Mariana escreve no blog Pequeno Guia Prático para Mães Sem Prática e é colaboradora do portal Minha Mãe que Disse.

Oi, meu nome é Mariana e eu sou mãe de dois. Tenho nas costas 5 anos de maternagem, muita autoterapia, muitos quilometros rodados como autora e leitora de blogs maternos e uma clareza de coisas inimagináveis (ou inconfessáveis) para mim há 5, 4 ou 3 anos. Há um tempinho entrei num processo doido de “desconstruir a mãe”, e isso me ajudou um bocado a lidar com algumas angústias que vieram junto com os filhos.

Do todos os discursos que a palavra “mãe” carrega, dois sempre me incomodaram.

O primeiro é o do sacrifício. A gente pega frases famosas acerca da maternidade e o que se lê nas entrelinhas é que filhos são uma espécie de castigo. “Ser mãe é padecer no Paraíso”, confere? “Quem pariu Mateus que o embale”. “Toma que o filho é teu”. O filho é um fardo a ser carregado e sofrer faz parte da beleza de ser mãe – então vamos romantiza as dificuldades e tirar daí nosso valor.

O segundo, contraditoriamente, é o da felicidade incomparável, superior e sobrenatural que a maternidade traz. Ser mãe dá sentido à sua vida. Te faz conhecer o amor e a felicidade incondicionais, de um modo que você nunca conheceria de outra forma. Ser mãe é, indiscutivelmente, a melhor coisa que pode acontecer na vida de uma mulher.

Quer dizer: quem pariu Mateus que embale, mas fica calma, mãezinha, que embalar Mateus vai ser a maior felicidade da sua vida! Confuso, não?

Mas não importa. Nós compramos felizes esses discursos. Padecemos no paraíso, embalamos Mateus, sentimos o amor sobrenatural e agradecemos todos os dias a dádiva de ser mãe. Fazemos isso nos nossos blogs, nas conversas com amigas, nas novelas e nas propagandas de fralda. Bom, falo por mim: eu já fiz, e muito, tudo isso aí. Já me senti a embaixadora das mães e bebês no planeta Terra. Mas vou contar um segredo: tem coisas sobre maternidade que eu não ouso dizer. Nem no blog, nem para as amigas. E vocês também têm, aposto.

Daí que eu tive a fase do encantamento enlouquecido pelos meus bebês. Acreditei que a minha vida ganhou sentido depois dos filhos. Que só naquele momento eu estava conhecendo a felicidade. Que ser mãe é sim a melhor coisa que pode acontecer na vida de uma mulher. Aí os hormônios baixaram e eu recuperei a clareza de pensamento entramos em fases um pouco menos arrebatadoras. Passada a paixão enlouquecida, o que ficou foi um amor imenso e a sensação boa de pertencer àquelas pessoas, àquela família. Mas me dei conta do óbvio: a minha vida não “ganhou sentido”, ela já tinha. A felicidade eu conheço desde muito cedo, graças a uma família ótima, escolhas certas e muita sorte nessa vida. Ser mãe é a melhor coisa que pode acontecer na vida de uma mulher? Não sei. Para mim, ser mãe é muito bom, muito transformador, muito chato, muito difícil, muito enriquecedor, muito cansativo, muito engraçado e traz sentimentos muito, muito intensos. E para você? E para a sua amiga? E para a sua própria mãe? Será que todas têm a mesma opinião?

O que estou querendo dizer é: padronizar as mães e esperar delas que sejam sempre A MÃE, essa entidade sagrada que aparece em montagens do facebook ao lado de frases bonitas, é sacanagem. Vender esse ideal de que mãe é quem se doa integralmente, vive para o filho, sofre sempre com um sorriso no rosto e aparece toda virginal nas campanhas de amamentação é um desserviço às mães. Cria uma meta de perfeição muito difícil de ser atingida. Te faz acreditar que ficar de saco cheio te desqualifica como mãe, porque né?, MÃES não ficam de saco cheio – no máximo elas padecem no paraíso agradecendo todos os dias pela felicidade suprema de ser mãe, lembra?

Pois as coisas não são tão simples, os sentimentos não são tão claros, as fases mudam, nós mudamos. As mães, mesmo tão iguais, são diferentes. E se um dia você ousar pensar que, bom, os filhos são muito importantes mas não são A sua vida e sim PARTE dela, pronto: você não é mais digna de montagem no facebook. Você foi chutada do clube das MÃES, esses seres perfeitos não eram nada, não conheciam o amor e não tinham nenhum sentido em suas pobres vidas antes da chegada dos seus pimpolhos.

Eu não estou apontando o dedo para ninguém além de mim mesma. Eu já sorri e fui uma mãe de facebook declarando tudo isso aos quatro ventos. E era sincero. Mas não era toda a verdade, só parte dela – a parte mais bonita. Hoje eu entendo isso um pouco melhor.

Vou contar uma historinha que explica um pouco a minha trajetória de encontrar, entender, odiar e perdoar (quase…) a mãe que eu sou hoje.

Eu já fui integralmente dedicada aos filhos. Fui a mãe que, orgulhosamente, dá conta. Tive ajuda da minha mãe e da moça que trabalha em casa, mas as funções primordiais foram nossas, minhas e do maridão. Mais minhas, porque o acordo era esse: ele trabalhava fora e eu trabalhava “dentro” (pequenos freelas incluídos). Foram 3 anos e 8 meses assim, e então eu arranjei um freela mais longo e precisei contratar uma babá , o que era o meu pior pesadelo. “Precisei” porque a escola que escolhemos não tinha período integral e porque eu não queria mais abusar da minha mãe como abusei nesses quase 4 anos. Com dúvidas, com dor e com culpa, contratei a babá. E aconteceu o impensável: a presença da babá tornou a minha vida melhor, a ponto de eu não deixar a moça ir embora mesmo depois do freela acabar. Hoje trabalho em casa e tenho essa desculpa para mantê-la, mas cá entre nós: mesmo se o trabalho se for, a babá fica. Precisar, não precisa – eu ainda posso dar conta, como dei por tanto tempo. A babá fica não porque eu preciso, mas porque eu quero.

Ai, o querer. E mãe lá pode querer alguma coisa, ainda mais se essa coisa não for necessariamente o melhor para os filhos, como é o caso?

Sim, sim! Eis o ponto, o xis da questão, o EUREKA de todo esse meu falatório! O que mudou em mim de 5 anos para cá, graças ao estalo de admitir que eu também posso querer, é que eu comecei a valorizar o bem estar da mãe (e do pai) tanto quanto o dos filhos.

Só que eu dei azar, colegas. O meu querer não é o querer certo para uma mãe de família. O meu querer, na maioria das vezes, passa longe do pega-pega, do giz de cera e das panelinhas. O meu querer é meio egoísta e adulto demais. Conflito de interesses detected. E agora?

Sorte das mães cujos quereres são os mesmos dos pequenos. Ou daquelas que ficam muito bem no esquema “dedicação total a você” e para quem a doação total é recompensadora, estilo se meu filho está feliz eu também estou. Minhas sinceras palmas pra elas, acho admirável, até invejo. Mas existem mães como eu, com esses quereres tortos. Mães para quem a doação total é custosa, pesa na rotina, atrapalha a vida, tira o tesão. Mães do tipo se meu filho está feliz, eu também estou, mas falta alguma coisa

Pra mim, dentro do esquema “mãezona” que eu me impus, faltava eu. Não no começo, quando a maternidade me preenchia, mas depois de um tempo, com as crianças maiores um pouquinho. Faltava eu para além da mãe, saca? Sinto falta da esposa, amiga, profissional, botequeira e festeira que eu posso ser. Da moça que lê e vai ao cinema e dança fazendo um inevitável biquinho. Da defensora da preguicinha domingueira, do ócio criativo e do dolce far niente. Tudo o que eu ainda quero ser (e fazer) exige tempo. Os filhos também. De modo que, céus!, eu não raras vezes prefiro estar sem os filhos por perto para tocar certos aspectos da minha vida. Tenho adorado dividir a parte chata da rotina com a babá. E pior (segura, gente, que vai ser uma revelação fuerte!):  descobri que eu não tenho o mesmo prazer que vejo escancarado por aí no que diz respeito à maternagem. Os meus filhos (incríveis, inteligentes, simpáticos, sacanas e genuinamente legais) eu amo profundamente. Mas não amo a tal rotina de mãe, não. O trabalho 24/7, as brincadeiras repetitivas, os horários limitados… Eu encaro tudo isso, é claro. Assumo a responsabilidade. Mas não adoro, pelo menos não no atual momento (porque a minha disposição também tem fases).

Agora vamos lá: Se não queria ter o trabalho, pra que teve filhos? em três, dois, um…

Já sofri por me cobrar desse jeito, mas parei. Acho tão simplista reduzir a maternidade a uma vocação, uma competição pra ver quem é melhor, mais dedicada, mais capaz. A maternidade envolve sentimentos tão complexos, imprevisíveis, contraditórios, mutantes. Reduzi-la a “filhos são a razão da minha vida” é pouco. Eu tive filhos porque quis, porque eles trazem coisas fantásticas, porque ser mãe me faz uma pessoa melhor, porque a experiência é incrível e inigualável (para o bem e para o mal). Mas só a maternidade não me define. Ela mudou a minha vida – e eu aceito essa mudança – mas não me mudou inteira, entendem? Sobrou ainda muita coisa aqui que não tem a ver com filhos, e essas outras coisas também merecem espaço na minha vida.

Então eu decidi encarar tudo com mais leveza. Decidi não endossar o tal discurso do sacrifício, o mater-dolorosa-way-of-life. Decidi pelo estilo culpa-free (meta ainda não atingida, mas se um dia acontecer serei chutada do clube das MÃES de vez, hoho!). Atenção: culpa-free não significa “Dane-se, vou fazer o mínimo, tô nem aí.”. Significa: vou ser a melhor mãe que consigo ser, sem me anular e levando todo mundo (e não só o filho) em conta.

Eu demorei quase 5 anos para tomar essas decisões e, sobretudo, fazer as pazes com elas. Admiti há pouco tempo que nem sempre coloco os filhos em primeiro lugar. E vejam: não digo isso com orgulho, de modo algum. O que estou fazendo aqui é admitir certas falhas que parecem incompatíveis com a maternidade: eu sou imatura, um pouco egoísta, um pouco hedonista e muito preguiçosa. Ou nego isso e viro a mãe perfeitinha e frustrada de filhos absolutamente felizes (quem dera fosse garantido assim, né?), ou admito as falhas e tento equilibrar as minhas necessidades e as dos meus filhos de modo que ninguém saia perdendo muito. Escolhi o equilíbrio. E, sinceramente, não sei se meus filhos perderam tanto assim. Sei que eu ganhei muito.

Para terminar, uma analogia bonita usando um cenário idílico: era uma vez uma montanha muito alta. Lá no topo, com uma vista fantástica, estavam as minhas crianças. Cá embaixo, quase no chão, nós, os pais. Só que não estava dando muito certo. As crianças são importantes, mas nós também, ué. Então tiramos as crianças do topo e fomos, todos juntos, para uma clareira um pouco mais embaixo (é que no topo não cabem os quatro). Agora toda a família está junta, não tããão lá em cima, mas no alto o suficiente para a vista do horizonte continuar sendo bem bonita. Não mais a vista espetacular que era exclusividade das crianças, mas uma bela vista que a família inteira compartilha (e quem disser que quem compartilha é a babá leva uns croques na fuça!).

A mãe que eu sou agora pode não ser A MÃE que ganharia uma montagem no facebook, mas é a mãe que eu escolhi e consigo ser: a que tenta se fazer nem mais, nem menos, mas tão feliz quanto os próprios filhos.

Quer participar do Confessionário? Então, mande a sua Confissão e uma foto com seus filhos para o e-mail sitebebe@abril.com.br .

 

 

 
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    Por Renata Ferraz - 15.08.12 - 10:24

    Mari, muito bom o seu texto, inclusive quero parabenizá-la pelo blog, sempre dou uma passadinha por lá.

    Como mãe que sou a 3 anos e quase 1 mês, confesso que as suas palavras me tocaram fundo, me fizeram pensar e repensar.

    Não é fácil, ainda mais no mundo em que vivemos hoje, onde a mulher tem que ser mãe (a melhor mãe) profissional (a melhor profissional) esposa (a melhor esposa) e ainda temos a nossa vida, as nossas vontades, os nossos desejos. E assumir que além dos filhos, nos existimos. Sim porque muitas vezes nos mesmas esquecemos disso.
    Confesso que os papeis se misturam muitas vezes e ai acabamos nos deixando de lado e pensando só na felicidades dos nossos filhos, e claro a culpa sempre ali rondando, falando oi, culpa por trabalhar fora, culpa por trabalhar dentro, culpa, culpa e culpa.

    Eu ainda estou no meu processo de desconstrução como mãe, e não é nada fácil, é dolorido, é transformador, é complicado demais. Por que precisamos tomar algumas decisões para encontrar o equilibrio, tão sonhado equilibrio.
    Nesse momento por exemplo, estou em uma fase conturbada internamente, pensando mil coisas, tentando encontrar a melhor forma de estar feliz, realmente feliz e realizada, sendo mãe. E desde que me tornei mãe venho passando por transformações,mas acredito que esse momento é o maior deles, e ai mais do que nunca eu preciso encontrar o equilibrio, o meio termo, preciso entender e saber o que realmente quero e preciso.

    Parabéns pelo texto, pela coragem, por ter conseguido!

    Um bj!

    Renata Ferraz – Mãe do Miguel Ferraz – 3 anos

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    Por Débora - 15.08.12 - 13:24

    Cara, brilhante o texto. É exatamente assim que eu me sinto. Eu tive que trancar minha faculdade, porque não dava mais pra conciliar trabalho + faculdade. E sempre sou criticada pq nas minhas férias, eu passo dias longe do meu filhote. Mas é o meu momento de relaxar e esfriar a cabeça do meu cotidiano. Dificil e triste que as pessoas não entendem.

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    Por Luciana - 15.08.12 - 13:47

    Adorei a confissão… Me identifiquei muito. Meu pequeno tem 2 anos, fica período integral na escolinha desde os 6 meses. As pessoas até hoje me perguntam se não sinto do ou aperto no coração e se espantam quando digo que não. Eu sempre quis ser mãe, adoro essa experiência e amo profundamente meu filho. Mas desde que decidimos engravidar, eu já sabia q ia ser assim e decidi não me culpa

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    Por Luciana - 15.08.12 - 13:51

    Adorei a confissão… Me identifiquei muito. Meu pequeno tem 2 anos, fica período integral na escolinha desde os 6 meses. As pessoas até hoje me perguntam se não sinto do ou aperto no coração e se espantam quando digo que não. Eu sempre quis ser mãe, adoro essa experiência e amo profundamente meu filho. Mas desde que decidimos engravidar, eu já sabia q ia ser assim e decidi não me culpar. As ppessoas

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    Por Simone - 15.08.12 - 14:33

    Corajosa confissão… parabéns!! Em outras palavras, concordo que faremos nossos filhos felizes se estivermos felizes… Por isso, estou em busca da MINHA felicidade!

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    Por Camila - 15.08.12 - 14:48

    BZ, adorei o texto. Não sou mãe, mas de algum modo me identifico muito com esse estilo de mãe. Tenho uma mãe que me parece bem nesse estilo: sempre independente, trabalhando, tive uma babá (que se tornou a minha segunda mãe até hoje – essa sim é do tipo se doar completamente). Mãe feliz = filhos mais felizes.
    Adorei!!! Parabéns!!!

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    Por Angela - 15.08.12 - 16:26

    Simplesmente…fantástica!!! Resumiria dizendo que voce teve coragem suficiente para definir o que é ser Mãe-Feliz !! Parabéns !!

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    Por Tatiana - 15.08.12 - 18:37

    Definitivamente, o melhor texto sobre maternidade que eu já li. Sem romantismo, sem idealização, sem hipocrisia, sem culpa. Estou grávida e, como você, acredito que uma mãe pode querer coisas que não sejam necessariamente o melhor para os filhos, sem se culpar por isso. Ora, antes de sermos mães, somos seres humanos com nossas próprias necessidades e desejos. Nossa vida não se resume a ser mãe.
    Acredito que o bem estar dos pais é tão importante quanto o bem estar dos filhos. Sabe por quê? Porque não vejo como pais infelizes podem criar filhos felizes! Assim, prefiro pensar que o foco deve estar na família e não apenas nos filhos. Não, minha vida não será centrada no meu filho e não me culpo por isso!

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    Por SHEILA - 15.08.12 - 19:23

    TENHO MTO A DIZER .. MAS ME CALO DIANTE DE TD Q LI AQUI.

    IN-CRÍ-VEL!!!

    Obrigada por deixar isso claro para tantas outras MÃES .. cá entre nós .. rs.

    bjOss .. Sherry:)

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    Por Marina - 15.08.12 - 19:58

    Nossa que alivio! Sou normal! Obrigada por essas palavras…..

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    Por jessica - 15.08.12 - 22:22

    só é possível amar com sinceridade quando nos amamos com sinceridade

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    Por Tatiana - 16.08.12 - 00:39

    Adorei. Costumo repetir para minhas amigas: “para ser uma boa mãe temos que estar bem (física e emocionalmente). É a máxima do avião: colocar primeiro a máscara em vc e depois na criança. Parece egoista, mas se eu faltar…aí sim meu filho ficará desamparado. Quando o meu filho nasceu (prematuro) pensava nele 27h, chegava na UTI neonatal 6h e saia ás 23h. Qndo foi pra casa a mesma coisa…troca de fralda de 3h/3h, mamadas de 2h/2h, lavavas as roupinhas dele, passava. Limpava o quarto dele…mal comia ou bebia, vivia de pijama. Quando ele completou 5 meses, senti um cansaço ( me condenava…”preguiçosa”)passei a fazer exercícios para melhorar a “disposição”… Senti dores nas costas: “Sou forte é frescura”…2 semanas com dores, até que ficaram insuportáveis: era cólica renal. Tive septicemia, fiquei internada 15 dias, quase morri. Foi preciso uma situação limite para eu perceber que tenho que estar inteira( corpo e mente) para ser uma boa mãe. Qndo estou feliz ele tem uma mãe mais brincalhona, paciente e atenciosa…Qndo estava culpada e frustada o tempo com ele era obrigações que tinha q fazer…não curtia…tenho poucas memórias com ele do tempo da licença maternidade, só lembro das tarefas que fazia…Realmente acredito que somos mães melhores!!!!As que se anulam hj : um dia colocarão esse peso nos filhos. Nunca irão admitir (é politicamente incorreto)mas , sinto que tanto minha mãe qto minha sogra colocam “um peso” nos filhos pelas escolhas e frustrações da vida …

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    Por Renata - 16.08.12 - 00:43

    PALMAS, PALMAS!
    Todo o seu discurso confere com meu mater-way-of-life…. gracias! Fiquei um tanto aliviada em saber que não apenas eu era um ser egoísta enquanto pessoa e mulher.
    Meu filho é minha prioridade, mas minha vida e minhas vontades não são subjugadas a isso. Ler o seu desabafo foi aliviante.
    Obrigada, obrigada por fazer com que eu me sinto menos marciana enquanto a maternidade!

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    Por Melissa - 16.08.12 - 05:27

    Parabens! Eu me achava maluca, marciana como foi citado ai em baixo, pois nao dexei de trabalhar nem de sair com os amigos de vez em quando. Me achava menos mae por isso. Desejo tao grande da maternidade para nao me dedicar totalmente a Ela. Mas como vc disse isso nao me faz menos MAE . Obrigada

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    Por Emilia Ramos - 16.08.12 - 08:49

    Nossa!Depois de ler seu texto vi em palavras tudo que sinto e não conseguia expor, sou mãe ha 4 anos e 4 meses e mãe de dois o menor de 1 ano e 4 meses!! O que me deixou louca, deseperada de la pra ca depois do segundo filho, ele é muito serelepe!! Mas, como ja vimos no seu texto ser mãe vai ao extremo do amor ao “odio” em diversas vezes!! Mas, graças a Deus o Amor superaaaa!! Ando nesses momentos QUERER! Querer sair, fazer programas de casal, dormir até tardeeee, essas coisas que se faz qd não se tem filho!! Mas, a realidade é outra! Não tenho ajuda de mãe, sogra. irma ate pq moro longe de tdos, ha pouco mais de 2 anos temos uma babá , mas, nao para sairmos passearmos, não! para que possa trabalhar, pq me dediquei a ele ate os 2 anos dele integralmente me dediquei!!Mas, ai começaram a vim os “QUERES”Chego em casa estafada, cansada!! Mas, ainda tenho outros roud’s a vencer como comida, atenção aos filhos, dever de casa, roupa a casa e enfim o maridão!! Sera q eu aguentareo por muito tempo nesse pique?? Nao! Eu ja não tô aguentando!! Preciso de uma luz!! Ai meu Deus!! Ai derrepente qd tenho um tempo assisto tv e vejo entrevista de “algumas celebridades”, vendendo uma imagem de super-mae!! Que faz e acontece e tem que esta linda pra sair com o marido!! Claro que elas fazem isso, temum arcenal em cas pra ajuda-la, qd elas chegam do trabalho aposto que senta um pouco brinca xcom os filhos e sobem pra tomar banho e dormir ou sair algo do tipo!! Se a criança chora a noite nao sao elas que levantam pra ver sao as enfermeiras e babas que vão ver o que e e dependendo da gravidade ai sao comunicados do que esta se passando! Tô cansanda de tanta hipocrisia desse ´povo!1 Vão ser m~çaes de verdade!! Ai depois voltem a tv e falem algo com propriedade!! Ai pronto falei sempre quis falar sobre isso, mas nao tinha momento oportuno !! Mas, es´pero que essa fase passe logo e meus filho sse tornem adolescentes menos complicados!kkkk Assim espero!

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    Por Edinéia Pinotti - 16.08.12 - 08:57

    Me senti muito bem com o texto, as vezes assustada pela franqueza, que era necessária tenho que admitir. Sempre tive dificuldade de assumir este papel mãe integral, sempre me ví muito além de mãe. Ser só mãe é muito pouco para mim…
    Parabéns pelo texto, acredito que se passarmos a fazer as coisas estando bem sem a “obrigação apenas” seremos todos nós pais e filhos muito mais felizes, sim. Chega desta teoria que os pais tem que abrir mão da própria vida pelos filhos e que desde o momento que nascem já temos assinado um recibo de dívida. Temos visto que isso não tem dado certo nem para filhos, nem para pais.

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    Por Ligia Taliberti - 16.08.12 - 09:59

    SIMPLESMENTE FANTÁSTICO… vc disse tudo o que eu penso a respeito da maternidade. Assim como vc sou mãe de duas! E parece que fui eu quem escreveu esse texto de tão perfeito que é para minha vida! Acho que eu não conseguiria expor tão bom como vc expos… Show… eu sou uma mãe de verdade e humana, e que não quer ser mãe de facebook… Bjus e tudo de melhor para vc e sua família!!!!

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    Por Gisele - 16.08.12 - 10:02

    Oi Mariana, fiquei muito feliz e surpresa com o seu depoimento. Vc foi corajosa, porque como vc mesmo disse , não podemos falar estas coisas, afinal mãe é sagrada. TEnho uma filha de 9 meses, linda, boazinha, desejada, um amor, mas estou vivendo o dilema que vc viveu por 05 anos até se decidir. Sinto falta de mim, das minhas coisas, do meu marido, da nossa vida juntos, mas por outro lado me sinto extremamente culpada, afinal sou mãe e tenho que me dedicar a minha filha. Ai muitas vezes me pego frustrada. Gostaria de ter a sua coragem e me decidir. Tenho medo de achar que a maternidade é um fardo. Amo minha filha e meu marido, mas me amo tambem. Não sei como agir. Obrigada por mostrar que existem mães que sentem falta delas mesmas. beijos e felicidades.

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    Por Renata - 16.08.12 - 10:08

    Ser mãe nunca foi prioridade pra mim e me cobravam por isso… Um dia senti que queria e tentei… Consegui! Minha filha hj está com 2 anos e 4 meses e é linda, inteligente, sapeca (muito) e independente… Mas, nunca (nunquinha) me vi sem trabalhar, ou me dedicando tempo integral… o “casamento” não deu certo e hj me vejo como Pãe. Minha mãe era professora e cresci a vendo trabalhar, tendo a sua grana, as suas coisas e sempre quis ser igual a ela. Quero que um dia minha filha sinta o orgulho que eu sempre senti da minha mãe por não depender do meu pai, por estarem juntos pq queriam uma familia e não por conveniências. Sempre senti uma certa reprovação de outras mães pois não sinto culpa por trabalhar e chegar em casa sempre depois das 18h, ou porque minha filha dorme sozinha no seu quartinho desde os 2 meses de vida. Faço tudo por ela, afinal de contas não tenho com quem dividir, mas me permito sair de vez em quando sem culpa e aproveitar um pouquinho. Como costumo dizer: Eu nasci pra ser feliz e preciso estar feliz pra poder me dedicar a minha filha sim! E estar feliz pra mim e poder trabalhar, ser independente e ter uma escola que me ajuda e uma babá em casa pra cuidar qdo não estou e outra pra ficar com ela a noite de vez em quando… Minha filha hj é a parte maior da minha felicidade, mas não é tudo… eu tb preencho esse espaço… sem culpa, e sem culpar ninguém por isso!!

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    Por Elisângela - 16.08.12 - 10:34

    Nossa, simplesmente o melhor texto que já li até hj sobre a maternidade.
    Obrigada Mari, por me fazer sentir um pouco melhor com suas confissões !!
    Que alívio, me sentia super culpada de ter alguns sentimentos, que na minha cabeça, antes de ser mãe, pareciam incompatíveis com a maternidade. Sou mãe de um casal de gêmeos de 11 meses, que são as “coisinhas” que mais amo na vida, mas que nem por isso, preciso me anular, para ser esta “mãe perfeita”, que aparece nos comerciais de TV e nos anúncios de revista. Preciso da minha privacidade, como a Mari, tb sou meio egoísta, meio preguiçosa e isto me fazia e ainda me faz me sentir a “pior mãe” do mundo por não estar sempre pronta, feliz e contente para os meus filhos. Ainda estou tentando me equlibrar como mãe, profissional, mulher e dona de casa.

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    Por Adriana - 16.08.12 - 11:01

    Perfeito!!!!!!Me sino muito melhor agora que li seu texto, pois concordo plenamente com você!!!!!Também tenho 2 filhos que amo muito, mas também me amo, amo meu marido, minhas amigas, meu trabalho, em diferentes proporções, é claro. Mas a culpa ainda me persegue tenho que admitir…Acho que é uma questão de tempo, aos poucos vou tentando elaborá-la e superar da melhor forma possível!!!Parabéns pelo testo e, te garanto, tem muita mãe que concorda com isso, mas não consegue assumir!!!!
    Abraços,

    Adriana

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    Por Amanda - 16.08.12 - 11:21

    PERFEITO!!!! Super me indentifiquei!

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    Por Claudia - 16.08.12 - 11:40

    Texto perfeito!!! Primeira vez que leio um texto sobre maternidade e me identifico 99%… Só não tive coragem para babá!
    Tenho um casal lindo de gêmeos com 2 anos e meio e ajuda de uma tia nos primeiros 15 dias, após, só eu e o maridão. Várias culpas já surgiram e por diversas vezes, conversando com amigas, me senti uma mãe ET, principalmente por colocá-los na escolinha aos 6 meses de idade.
    Mas eu quis e foi necessário, fez parte daquele “meu” momento e hoje posso dizer que sou uma mãe e esposa feliz…
    Bom saber que não sou única em meus pensamentos e desejos e principalmente sou uma ótima mãe, do jeito que consigo ser!
    Parabéns pelo texto e por compartilhá-lo de forma tão natural.

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    Por Neila Carvalho - 16.08.12 - 12:11

    A-D-O-R-E-I!!! Sem mais.

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    Por Valéria - 16.08.12 - 12:29

    Uau! que perfeição de sentimentos e palavras. Saiu tudo de dentro de mim, ali bem socado no fundo da alma e foi parar ai, no seu texto. Até chorei aliviada. Parabens. Muitas pessoas buscam, a vida toda, esse equilibrio e auto conhecimento que vc tem. Sou sua fã a partir de agora! Bjão e enjoy para nós!!!! Ainda vou iniciar meu processo como vc mas chego lá, com seu texto criei coragem.Bjao

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    Por Ariane - 16.08.12 - 13:27

    Olá Mariana!! Estou gravida do meu primeiro filhote, sempre desejei ter um filho, mas como algo a mais, pois não quero deixar de ser eu mesma e virar uma super mãe como manda o figurino. Adorei seu texto, sensacional…Realmente temos que estar felizes para criar filhos felizes…do que adianta uma mãe dedica 24/7 e estressada, frustrada, amargurada, isso é muito triste…acaba com qq vida, qq relacionamento… Parabéns!!! vc deu um show…Felicidades a nós Mães!!!

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    Por Ivete - 16.08.12 - 13:31

    Mariana,

    Me encontrei perfeitamente em cada palavra, linha e pontuação. Até nas reticências…
    Confesso que algumas lágrimas escorreram como um acordo entre nós de “culpa-free”, pois não me senti sozinha…
    Hoje, após um período de pura entrega 25 hs ao meu filho, ele voltou para a escola em período integral, duas vezes na semana.
    Foi uma decisão conturbada. Difícil para se chegar à ela, mas muito clara.
    Hoje não trabalho mais, mas decidi que, após o período de férias eu voltaria à caça de uma nova oportunidade. Até porque financeiramente isso está pesando um pouco e outra por saber que ainda posso contribuir com outros conhecimentos e afazeres a não ser os maternos.
    Cheguei a pensar em mudá-lo de horário, mas daí cai na questão que ele perderia o contato com os amiguinhos que estão com ele há 4 anos. (aqui filho à frente!!!!)
    Com isso, decidi agora que terei dois dias da semana para mim, sem filho e sem empregada e nos demais, tenho empregada para a casa e ele para ficar numa boa comigo, sem estresse para ambos, sem a cobrança de que eu deveria estar fazendo uma outra coisa no momento mais importante, poderemos ir para a academia sem ser mais a obrigação “eu vou porque tenho que leva-lo para a natação, então aproveito e faço alguma aula também.” Agora vamos curtir as boas horas que teremos juntos e o resto, farei duas vezes na semana. Seja para a casa, marido ou mesmo para mim.

    Parabéns pelo testo, tão claro e objetivo, assim como confidencial, mas pelo que você já viu, apenas na nossa cabeça e medo, pois todas temos a mesma opinião. Hoje o mundo é outro e acredito que podemos entregar apenas a nossa parte boa para nossos filhos. A parte ainda em dúvida, meio negativa, tem que ser trabalhada, e isso cabe à nós, diariamente.

    Beijo

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    Por Alessandra - 16.08.12 - 17:32

    Mariana, antes de qq coisa quero parabenizá-la pela coragem da confissão. É muito bom ver/ler o q vai lá no fuuuuuuuuuuundo mais sobrio da nossa alma. Obrigada por dividir o fardo comigo! Mãe há 8a e agora um de 17d. Tenho muita estrada pela frente. Na citada desconstrução da maternidade imaculada sinto q após essa leitura algumas peças cairam por terra. Mais uma vez OBRIGADA!

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    Por Juliana - 16.08.12 - 17:42

    Mariana, nota 1000 seu texto!

    Reflete a realidade de pensamento das mães da atualidade, me identifiquei muito!

    Meu filho é minha vida, mas eu mesma, meu marido, meus pais, amigos, família, todos são também! ;-)

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    Por Mariana Zanotto - 16.08.12 - 19:12

    Meninas, muito obrigada pelos comentários!
    Lembro que quando escrevi esse post como um desabafo de dia das mães (essa versão de agora tá um pouquinho diferente, mas a base é a mesma), a minha grande surpresa foi a identificação que ele gerou. Porque eu esperava pedradas, condenação, dedos na cara. Me sentia super inadequada por tantos sentimentos “errados”, me achava a única mãe desnaturada do planeta que não privilegiava os filhos em toda e qualquer situação. Aí, em vez de de pedradas, recebi agradecimentos. E só posso agradecer de volta, porque perceber que esse sentimento é ridiculamente comum me fez o que 10 anos de terapia não fariam…
    Mais leveza, minha gente, que nós mereçemos! ;)
    Beijos a todas!

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    Por nomeCamila - 17.08.12 - 09:11

    Sempre que me vem estes questionamentos eu penso no seguinte: O que eu quero passar para as minhas filhas sobre a maternidade ? Acho muito improvável que as minhas filhas deixem de lado a carreira para ficar integralmente com os filhos delas, isso já não acontece mais hoje, quem dirá daqui a 30 anos ! Acho uma graça quando elas brincam de ir pro escritório ao invés de brincar de ficar limpando a casa e fazer comidinha …acho que você está certa, precisamos preparar nosso filhos para um novo tempo ! Pena que a nossa geração não foi preparada para isso ,acho que por isso sofremos tanto …

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    Por Adriana - 17.08.12 - 10:18

    Concordo com seu texto,às vezes a gente quer ser a gente , não ser somente mãe,esposa,profissional, acabamos perdendo nossa identidade, nosso eu no meio de tantos ser.Também sou mãe(de dois garotinhos de 4 e 1 ano ) mas às vezes sinto vontade de estar só, só comigo mesma , só com meu marido,só com a televisão,só com um livro,só com o salão de beleza,só com a caminhada. Me enche de raiva qdo vejo os seguintes dizeres – ” ah fulana de tal voltou a sua forma dois meses depois do parto” e eu aqui lutando , um ano depois para voltar ao meu peso, só q eu não tenho uma cozinheira de plantão, uma babá 24 horas, uma enfermeira, uma mensalista, uma nutricionista , uma massagista, às vezes é eu e eu. Ah sim e eu não vivo da minha imagem, então de dou ao prazer de uma pizza , um churrasco ,mesmo com uma gordura localizada na barriga q ainda não foi embora.Porque ser mãe e também seu eu mesma, afinal vai chegar o dia em que meus filhos serão eles mesmos, vai partir, trilhar o próprio caminho , e eu , eu vou ficar, pq em dados momentos da vida de meus filhos não farei parte, minha presença será desnecessaria e de suma importância que eles sigam em frente , assim como eu fiz um dia e deixei meus pais para serem apenas coadjuvantes , figurantes em algumas situações.Isso é crescer , é amadurecer.Eu também sou eu , e mãe que eu consigo ser. Amém…

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    Por Vivian - 17.08.12 - 10:41

    Graças a Deus Sou normal… porque eu tambem amo muito minha filha mas, não gosto da rotina de mãe… me sentia tão culpada… tão mal…larguei toda minha vida pra ser mãe e dona de casa e me arrependo… Tenho um vazio na vida profissional que não me deixa ser 100% feliz. Ainda Bem que não sou a única a me sentir assim… Parabéns pelas palavras.

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    Por Amanda Pauline - 17.08.12 - 13:21

    Minha filha, que hoje está com dois anos e dois meses, vai para a escolinha em período integral desde os sete meses. Essa decisão não foi nem um pouco difícil para mim e meu marido, pois visualizamos muitas vantagens nessa escolha. Porém, cada vez que minha filha ficou doentinha e teve que ficar em casa, e, por causa do meu trabalho, tive que pedir pra minha mãe ou minha sogra ficar em casa cuidadndo dela…… aí sim, aí bateu a culpa e a tristeza.
    De modo geral, estou muito feliz com a mãe que sou, minha filha ainda está em primeiro lugar, mas não num pedestal, e sim um pouco à frente. É uma escolha minha e não sinto que sacrifico muito por isso. Eu nunca fui de sair com amigos, ir ao salão de beleza com muita frequência, meus maiores hobbies sempre foram mais caseiros, e está dando tudo certo.
    Sei que deveria reservar um tempo para me cuidar melhor, da saúde e da estética, mas confesso que a culpa não é nem tanto da minha filha, mas sim da preguiça enorme que eu tenho de, depois de um dia inteiro de trabalho, ter que ir ao salão ou à academia… prefiro voltar correndo pra casa e ficar brincando no chão com minha garotinha.

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    Por andreia - 17.08.12 - 14:20

    Amei o texto, tenho um filho de 1 ano e 3 meses que com toda a certeza é a melhor coisa da minha vida neste momento, mais tb existe a andreia que trabalha fora praticamente 7 dias por semana, a andreia esposa, e a ANDREIA que gosta de tomar uma cervejinha no boteco de vez em qnd, de ir no salão sem culpa, de deixar o filho na escolinha todos os dias de manha e que ama saber que no trabalho tem um tempo só dela!!!! Enfim, toda mãe contemporanea passa por isso, nao que nao nos sentimos culpadas, mais sabemos que nao precisamos ficar grudadas nos nossos filhos 24 horas para que eles possam perceber o qnt os amamos, um tempo com qualidade que seja de 1 hora ao dia, ja é melhor do que 24 horas de pura rotina e mal humor!!!

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    Por Thamara - 17.08.12 - 14:26

    Muito legal!!!! Adorei seu texto!!!! Como várias mães aqui me identifiquei com você. Escolhi ser mãe, não acho que filho dá trabalho … no meu conceito, o que dá trabalho é doença. Filho saudável dá outra coisa … cansa, enche a paciência, tem fases mais complicadas, mas é tudo de bom!!!! Acho que tudo faz parte do pacote … Tenho dois, a Laura de 4 anos e o Rafael de 1 ano e 3 meses, ambos ficam na escola período integral desde os 5 meses, mesmo quando não estou trabalhando (também sou free lancer). Não sinto a menor culpa por isso, aliás não sinto culpa por nada … vivo a vida … acho normal trabalhar, ter filhos, cuidar da casa … não sou rica e tenho que batalhar, faz parte … Sim, meus filhos são a realização de um sonho, sempre quis ser mãe, são a continuidade do meu amor pelo pai deles, são .. pronto! Fazemos parte uns da vida dos outros, sem romancear e sem neurotizar … tem dias que eles são chatos pra caramba, que estão manhosos, teimosos, grudentos … mas no minuto seguinte estão carinhosos, gostosos, amorosos … e vamos indo assim … numa roda vida deliciosa que se chama vida!

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    Por Paula - 17.08.12 - 17:31

    Confissão de uma pessoa simplesmente egoísta, que colocou um filho no mundo simplesmente porque faria dela uma pessoa melhor. Pensa apenas no bem dela, em momento nenhum nas crianças, que com certeza preferiam estar com a mãe do que com a babá. Ser mãe é entrega total sim! Isso tudo que escreveu pra mim foi uma tentativa de se convencer de que sua atitude está certa. Enfim, descordo plenamente do seu texto e lamento que existam tantas pessoas como você. Engraçado que não me espanta tantos comentários apoiando o que escreveu, porque o mundo de hoje é egoísta. Muito se diz que hoje em dia é difícil criar os filhos, mas sabe porque? Porque existem pais não tão dispostos a dedicarem seu tempo a educação dos filhos, como vocês. Fica aqui minha indignação.

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    Por Vanderlândia Ferraz - 17.08.12 - 21:56

    Estou chocada! Encontrei alguém que disse tudo que eu sinto. Tenho 29 anos e uma filha de 3 anos e cinco meses e a pouco tempo percebi que a minha vida está anulada. Faço tudo em função de Sabrina, seus horários, seu sono, sua fome, suas necessidades. Esqueci de mim. Mas as suas palavras me ajudaram bastante, preciso me salvar. Seu que não dá pra ser como era antes, mas tenho que aprender a dosar melhor as coisas. A responsabilidade de cuidar da vida de alguém é muito grande, precisamos de descanso, de distração, de diversão e até de silêncio. Valeu Mariana!

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    Por Maira Gardini - 18.08.12 - 00:23

    Mariana, adorei seu texto e acho ótimo quando leio ou escuto esse tipo de depoimento. Acredito que pra ser uma excelente mãe não necessitamos ter que abortar nossos sonhos e nem esquecer quem somo de verdade. Eu também passei pelos mesmos estágios que você e por muitas vezes me culpei quando de alguma forma me colocava em primeiro lugar – as vezes o fantasma da culpa ainda me ronda mas confesso que já sei lidar melhor com esses sentimentos. Hoje depois de passada a “paixonite aguda” pela maternidade ( não me entendam mal) me sinto mais livre do peso que a sociedade coloca sobre assunto “mãezona”!
    Acredito que uma mãe que faz seus filhos felizes é aquela que está feliz no seu modo de viver e para mim, depois de algum tempo já no papel integral de mãe consigo enxergar e separar as funções entre a Mãe Maira e a Mulher que existe em mim!
    Beijos e obrigada por dividir com a gente o que a maioria não consegue admitir para si mesma!

    Maira Gardini – Mãe do João Vitor – 04 anos e do Rafael – 02 anos

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    Por Magda - 18.08.12 - 09:10

    Amei, muito verdadeiro e corajoso… Estou vivendo a segunda maternidade, e o “papel de mãe” sempre é motivo de reflexão. realmente é preciso desconstruir os mitos que nos engessam para sermos mães verdadeiras, com vontades, sentimentos e personalidade.Parabéns

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    Por Ana Paula Teixeira - 18.08.12 - 13:23

    Então Mariana… Este seu texto para mim está sendo inspirador!! Minha gravidez não foi planejada, de modo que surgiram e ainda surgem impasses quanto ao fato de ser mãe. Hoje, aos 4 meses de gestação sinto-me mais feliz, mas ainda tenho muitas dúvidas e o apego a todos estes ditos populares.Sou estudante de odontologia e quando digo que não vou trancar a faculdade e que só vou amamentar meu bebê até o tempo necessário, sou criticada, contudo, esta sua confissão me deu mais força para seguir em frente e ser uma mãe feliz, realizada e plena, pois assim com certeza farei meu filho (a) muito mais feliz!
    Parabéns pela bela e corajosa atitude!!!

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    Por Géssica Andrade - 18.08.12 - 22:00

    Me enquadreei perfeitamente em algumas situaçoes e me vi totalmente contra a outras.. achei o texto meio confuso, talvez por ter saido tao de intimo de alguem.

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    Por Roberta Jardim - 19.08.12 - 08:27

    Bom dia moça, domingo pela manha já acordei ha exatas 3 horas e vim ler seu texto. Bem só posso dizer que sou mãe de 4crianças e cuido deles sozinha (sem ajuda dos pais) é cansativo pra caramba e tem horas que quero joga-los pela janela, grito e mando saírem de perto pois são chato e cansativos mas me fazem companhia, isso é fato. Quero dizer que para mim ser mãe é maravilhoso quando temos empregadas, babas e muito dinheiro(risos), mas no geral temos que trabalhar muito e largar a vida social pelos filhotes. Os meus estão com 17, 12, 11 e 5 anos ja posso manda-los se catar muitas vezes. Ainda bem que não criei pintinhos embaixo da minha asa, todos cuidam um dos outros e os 2 mais velhos sabem cuidar de uma casa como qualquer adulto, ou eu não teria forças para fazer tudo sozinha. Vivemos em comunidade(eu e eles) cada um tem sua função e obrigação, respeitamos os espaços um dos outros. Quando bebe não tinha outra maneira a não ser cuidar sozinha mas sempre foi cansativo acordar a toda hora e amamentar os pequenos. Ainda bem que essa fase passa logo pois é um santo saco.
    bjos e parabéns pela matéria.

  •  
    Por Adriana - 19.08.12 - 22:32

    Adorei o texto! Ele me fez sentir melhor. Tenho um filho de 1 ano e 11 meses e no mês que vem chegará mais um. Estava em crise hj (ainda estou). O dia hj foi tão difícil que houve momento que desejei não ter tido filho, embora eu ame MUITO meu filhote. Esse sentimento me deixou arrasada. Chorei mto mais tarde. Ser mãe não é fácil, não tem esse romantismo todo que passam por aí. Gostei mto dos comentários tb. Agradeço a todas pelas palavras. Estou mais aliviada agora e vou procurar um ponto de equilíbrio entre mulher, mãe, esposa, trabalho…

  •  
    Por Josi - 20.08.12 - 15:29

    Adorei!eu tenho muito esse conflito e me sentia culpada por determinados pensamentos, mas agora pude ver que existem mais pessoas assim.Posso me considerar normal…kkkk

  •  
    Por Suelen Rezende - 20.08.12 - 19:11

    Estou aos prantos… Sinto finalmente que não sou a pior mãe da face da terra por me sentir assim… Amo muito minha filha, mas estar em casa há 6 meses com ela tem me deixado louca. Principalmente pq meu marido trabalha embarcado e não tenho mãe perto para me ajudar. Tenho uma pessoa que cuida dos afazeres da casa, mas com a pequena, pelo menos 15 dias todo mês só tem eu. Ganhei uma bela licença maternidade de 9 meses (6 de maternidade e 3 de amamentação), mas, apesar de ser bom estar em casa com a mulekinha, eu morro de saudades de trabalhar. E quando falo isso, me olham como se eu fosse a pior mãe ever! E claro que a culpa tá lá sempre! Quando o pai chega eu deixo ela com ele e vou fazer uma unha, um cabelo e finalmente sair de casa, pq, como não dirijo, e moro num ap sem elevador, quase não saio com a filhota nos 15 dias que o marido tá embarcado. É muito bom ler que não sou nenhuma ET e que outras pessoas tb sintam isso. Pode ser que eu esteja sentindo mais cedo… vc disse que ficou mãe exclusiva por 3 anos… acho que ficaria louca, mas…. Foi muito bom ler seu texto! Me acalmou muito!

  •  
    Por Natalia Vianna - 21.08.12 - 01:46

    Super me identifiquei, adorei e parabens.

  •  
    Por Grayce - 22.08.12 - 16:35

    Mari, daqui uns 5 ou 6 anos quero ser igual a você…. seus textos são ótimos.

  •  
    Por Camila - 23.08.12 - 10:13

    UAUUUU!
    Certeza que foi o melhor relato-post que já liii!
    Deveria ganhar “akele prêmio que eu esqueci” que tava rolando na blogsfera..rs
    Parabéns! adoreei o texto e li até o final, coisa raraa..rs
    abraços de uma mamãe que tbm não abre mão de tudoo…
    perolasdealanis.blogspot.com

  •  
    Por Carolina - 23.08.12 - 11:35

    Você é a mãe mais gata e de maior bom senso da blogosfera materna – na minha opinião! rs

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    Por Aleta - 26.08.12 - 14:06

    BZ, parabéns!!! Você é corajosa e consegue expressar muito do que nós mães não conseguimos ou nem tentamos (talvez, por falta de tempo ou medo das críticas…)
    Permita-me dizer que a conheci uma menina e presenciei seu amadurecimento, casamos e tivemos filhos na mesma época. Adoro seu blog e me identifico demais, obrigada por tantos textos enriquecedores! Beijos.

  •  
    Por LEC - 27.08.12 - 10:16

    nossa!

  •  
    Por Flávia - 30.08.12 - 09:23

    Vide winnicott, sobre a mãe “suficientemente boa”, é justamente esse seu posicionamento que pode garantir a possível felicidade dos seus filhos. Parabéns e obrigada.

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    Por Maria Thereza - 09.09.12 - 10:34

    Lindo, perfeito. Como sempre!

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    Por janaina - 09.09.12 - 21:29

    leia!

  •  
    Por Juliana - 11.09.12 - 16:33

    Aplaudido de pé seu texto! Eu párei também de abrir um pouco o meu lado mãe imperfeitinha nas rodinhas, pois se você deixa em algum momento de ser a mãe do facebook, já era – excluída forever. Na boa, estou na blogosfera há 2 anos e Sofia tem 1 ano e 7 meses, e é claro que hoje meu mundo mudou, porque além de decidir ter, eu decidi SER e isso inclui muitas renúncias, as quais, como por exemplo a última delas, trancar a faculdade tão sonhada de Jornalismo, pois o tempo estava impossível de conciliar, me faz sim, em certos momentos, não amar nem um pouco a maternidade, mas é claro que ela é o meu gás, é por ela e por mim que eu ajeito ali, aqui, mudo ali, arrumo aqui, eu QUIS SER mãe e nesse manual, nesse contrato que não dá para mandar de volta para o papi do céu, tem sim, seu lado mágico, mas tem o lado feio e real que POUCAS assumem como vc fez e eu faço SEMPRE no meu blog rs!
    Beijos!!!
    Juliana
    http://www.mamaefalademais.blogspot.com

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    Por Thay - 13.09.12 - 15:45

    Valeram-me muito as tuas palavras. Forte abraço.

    http://umamaeclariceana.blogspot.com.br/

  •  
    Por Michelle Toti - 16.09.12 - 14:38

    Mari adorei!!!!! Com todas essas exclamações mesmo. Sou mãe de um menino de 7, e estou grávida (nasce essa semana). Vivo essas neuras tb. Quando engravidei do primeiro estava na faculdade, e continuei, e nunca fiquei tempo integral em casa, mas como professora pude trabalhar meio-período e não precisar de babá, só a escola e participação ativa do maridão. Agora, quando engravidei do segundo, prestei um concurso e passei. Este trabalho me exige um pouco mais de tempo, mas, se fizéssemos “das tripas coração” ainda daria. Mas eu resolvi que queria entrar no mestrado, fiz o processo seletivo, já com barrigão e entrei (nossa, super feliz). Mas aí as pessoas começaram a me cobrar dizendo que eu não daria conta, que meu “mestrado” estava na minha barriga, esse tipo de coisa. E o engraçado é que não foi minha família não (sogra não conta……rs), foram as pessoas que trabalham comigo, que me conhecem, que estudam comigo. Eu amo ser mãe, mas só isso não me completa, eu tenho outras facetas, e eu gosto delas. Meus filhos, em alguns anos, poucos, vão sair e viver suas vidas e eu não quero ficar com a sensação de vazio que muitas mães vivem quando não têm mais os filhos para cuidarem 24h por dia. Eu quero me realizar como profissional também, sempre quis, ser mãe não mudou meus sonhos, só acrescentou novos. Ser mãe é meu melhor papel, porque nele amo incondicionalmente, mas não é o único e não é suficiente para me deixar plena. Adorei demais. Obrigada

  •  
    Por Julie - 18.09.12 - 17:19

    Putz, não tenho filhos porque sempre acreditei em tudinho que você relatou como suas descobertas pessoais sobre a maternagem e esse tudinho vai contra o que é preconizado & esperado de uma mãe. Sempre achei a minha vida cheio de sentido e que os filhos serão apenas mais uma das minhas muitas facetas. Continuo com ambições profissionais e sem planos de interromper a carreira completamente nem deixá-la esfriar demais. Meu marido e eu nos curtimos muito mesmo após 5 felizes anos de casamento. Perdi a identificação com varias amigas quando elas engravidaram e entraram na onda de padecer no Paraíso. Acabamos nos afastando. Ou seja, aos olhos de muitos eu sou um bicho de coração peludo que anda contra a maré. Hahaha, mas sabe que não me vejo assim? Eu me amo, amo meu marido e amo a minha vida, ao contrario de um depoimento que ouvi de uma stay at home Mom uma vez que disse “I love my kids, but I hate my life!” Vou tentar manter o equilibrio que voce mencionou. E meus filhos virão apenas quando eu e meu marido tivermos condições financeiras de manter uma babá as needed e uma boa creché. BTW, moro nos EUA onde serviços prestados (como empregada e babá) custam os dois olhos da cara e mais um pouco. Parabéns pelo texto! É bom demais ler algo sensato nesses blogs de mães na internet de hoje.

  •  
    Por San - 25.09.12 - 10:22

    Nepo,- O problema 1 e9 refereancia: qual inrofmae7e3o e9 valiosa e qual e9 enganosa? Em mifados: a Wikipedia e9 realmente uma enciclope9dia? De novo, os extremos se3o fe1ceis: sabemos o que e9 infomae7e3o extremamente relevante e o que e9 completamente infatil. O resto e9 borre3o. E dentro do conjunto relevante de inrofmae7f5es, como identificar a que melhor lhe atende?- O problema 2 e9 instrumental: cada vez menos se valoriza o aprender a aprender , ou seja, converter inrofmae7e3o em inovae7e3o, em solue7e3o. Viramos colecionadores de fatos e ide9ias alheias, cada vez menos capazes de fazer algo mais do que recite1-los.- O problema 3 e9 hardware: mesmo de posse de filtros corretos e das inrofmae7f5es corretas e com as solue7f5es na cabee7a, muitos ne3o sabem como disseminar a inrofmae7e3o de maneira verdadeiramente universal. Falta padre3o (ex. flash ou HTML5? / open source ou closed? veddeo ou texto?), falta canais referenciais (ne3o existe canal universal, adotado por 100% das pessoas), falta aquela certeza de que essa inrofmae7e3o transformada vai atingir as pessoas que se deve na intensidade que se deve.O problema 3 nos leva de volta ao problema 1: inrofmae7f5es valiosas, conseguidas com muito esfore7o, viram mais uma no mar de inrofmae7f5es que desviam foco e ne3o constroem.Eu gostaria muito de dizer a solue7e3o para isto e9 , mas a resposta ne3o e9 fe1cil. Acho que o problema de melhorar o aprendizado para gerar qualidade nos inputs e outputs e9 mais tangedvel, mas ne3o menos complicado.Forte abrae7o.

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    Por Peter - 27.09.12 - 01:53

    Allan, Leonardo e all, complementando o post sruigo para quem quer, de fato, acompanhar o mercado e abrir cabee7a:- Revista c9poca Negf3cios;- Revista HSM Management;- Valor, parte de tecnologia, revista de sexta Eu fim de semana sempre tem algo bacana, como especial com MacLuhan. (pode assinar sf3 online)Ainda, aed e9 meu particular, mas compartilho:Folha Domingo: Gleiser, Suzana Ombudsman, Gullar;Globo: Wisnick (se1bado), Bosco (quinta), Hermano (sexta). E Magnolii (eventual), tem tambe9m a blogueira de cuba, aos domingos, acho que de 15 em 15 dias.Twitter, pessoas que fazem diferene7a por aqui:Gil Giardelli, Martha Gabriel, Luli Radfahrer, Silvio Meira.Le1 fora:Clay Shirky, Castells, Le9vy e Davenport.c9 o meu radar, deixando de citar mais gente, mas sf3 para ser bem sinte9tico.Algue9m acrescentaria algo?Nepf4.

  •  
    Por yyxbtetam - 27.09.12 - 19:22

    ciBDYl ztutbfbbyyrc

  •  
    Por eneuvr - 28.09.12 - 05:40

    3dsb0C , [url=http://cupkqqkochln.com/]cupkqqkochln[/url], [link=http://jgmqsmyfuklb.com/]jgmqsmyfuklb[/link], http://tpncnftxqmkz.com/

  •  
    Por hlypyipxui - 29.09.12 - 10:22

    5O78rK zcbolmcuvfdu

  •  
    Por mzkodcii - 29.09.12 - 17:46

    SQWQ9Y , [url=http://aiwbidhplvkx.com/]aiwbidhplvkx[/url], [link=http://ptseiqfmvhlz.com/]ptseiqfmvhlz[/link], http://ihfqcbjwtrre.com/

  •  
    Por Antonia - 18.10.12 - 16:53

    Parabéns pela franqueza e pela habilidade em expressar os seus sentimentos. É preciso ser muito segura de si e do amor que sente pelos filhos para falar sobre si mesma e sobre as questões complexas da maternidade.Eu ainda não sou mãe e confesso que a princípio penso em ser uma mãe totalmente dedicada aos filhos e suas necessidades. Para mim o ideal de mãe é justamente a mãe que se coloca em segundo plano. Ao ler seu texto, fiquei pensando…. será que eu consigo , será que vai ser assim? Acho que você encontrou uma equação equilibrada para a dificil tarefa de ser mãe. Parabéns!

  •  
    Por Mauren Brauch - 24.03.13 - 04:28

    Parabéns Mariana!!! Lindo o Texto!!!
    assim como você eu também tenho 2 filhos um menino de 3 anos e 10 meses e uma menina de 1 ano e 9 meses…
    e realmente é muito dificel vestir essa roupa de mãe certinha, de mãe perfeita que inventaram.
    eu sempre trabalhei e quando tive meu primeiro filho eu sabia que eu não iria poder parar de trabalhar… meus dois filhos com 4 meses foram para escolinha e todo mundo me olhava com uma cara de assustado (tipo: tu deixa eles tão pequenos na escola?)a adaptação é dificel… até a gente confiar na escola.. até eles se adaptarem, criarem imunidade, nossa como me sentia culpada,mas junto com a culpa dentro de mim faltava identidade… eu era a Esposa, A dona de casa , A mãe… e eu a Mulher,a Amiga,a Profissional eu não via… as vezes ainda não vejo… to tentando superar… enfim me identifiquei muito com as tuas palavras…Beijocas

  •  
    Por Gleicy Kelly Chaves Lima - 11.04.13 - 10:29

    Amei esse post, me identifiquei em gênero,número e grau.
    Tenho 2 bbs, ainda posso chama-los assim, Yasmim de 3 anos e Yago de 1 ano e 9 meses. Ambos vão para a escolinha meio-período e em outro período ficam com a Vovó Babona (minha mãe). E eu me sinto bem assim…procuro fazer o meu melhor quando estou com eles. E isso é que é FELICIDADE!!!!

  •  
    Por Ana - 07.05.13 - 11:49

    Ah Mari, como sempre, me vi em você! Seus posts são demais, juro que um dia quero te conhecer.
    Ainda não estou tão bem resolvida, estou tentando, na fase do “falta algo pra mim”, “não quero ir mas não quero ficar”…..mas chego lá!
    Um beijão
    Ana

  •  
    Por Mari - 15.07.13 - 19:27

    Vale a pena ler…..

  •  
    Por Eliane - 01.12.13 - 12:19

    Perfeito! O tipo do texto que eu gostaria de ter escrito! Parabéns, sobretudo, pela coragem!

 

Confessionario

Depoimentos surpreendentes que só quem é mãe pode entender

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