Neste sábado, Luciana e eu experimentamos sair para almoçar em famÃlia: só nós dois e nossa bebê de 40 dias, Gabriela. Armamos tudo para que a “aventura pioneira†pudesse ficar compreendida entre uma mamada e outra. Portanto, num perÃodo de hora meia, no máximo duas horas.
Isso contando desde o momento que ela parou de mamar. Que daà até sair tem de vestir a bebê; colocá-la no bebê conforto, transferi-la pro carro e por o carrinho no porta-malas. Coisa de uns 10 minutos. Na volta, o mesmo trâmite.
Fomos a um restaurante descolado. Que já havÃamos escolhido por identificar boas condições pra levar a bebê. Apesar de agitado, o lugar é grande. No horário “matutino’ do almoço – meio-dia até 13h30 – o ponto é freqüentado pela velha-guarda e pelos casais com filhos pequenos. Além disso, a lei anti-fumo facilitou bastante. Sem ela, o passeio não seria possÃvel.
Conseguimos chegar numa hora boa, sem fila. Tivemos o prazer de sentar ao lado de outro casal que também estava com um filho recém-nascido. IncrÃvel coincidência. Também era a primeira vez deles. Estavam com um menino ainda mais “jovemâ€, de três semanas.
Correu tudo certo. Aliás, a gente correu tanto - fizemos o pedido sem hesitar, demos um toque no garçom para não demorar, etc – que acabou sobrando tempo. Foi ótimo, demos uma volta na praça em frente, e deu tempo ainda pra dar uma passada numa floricultura.
IncrÃvel como a nenê gosta da rua. É muito mais fácil sair a pé (com ela no carrinho) ou de carro, do que ficar com ela em casa, parada no carrinho. O abre-e-fecha do carrinho e o entra-e-sai no porta-malas, com a prática, está ficando cada vez mais fácil.
 Moral da história: as coisas estão bem diferentes do que a vida sem filhos. Mas também vão entrando numa nova condição de equilÃbrio, de normalidade. Nosso próximo passo será levá-la a um parque. Estender uma toalha no gramado, e curtir uma tardinha com a nenê. Mas esta já será outras história…


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